Com a aprovação da Reforma da Previdência, mercado de ações retoma fôlego e anima investidores

Com a aprovação da Reforma da Previdência, mercado de ações retoma fôlego e anima investidores

A aprovação da Reforma da Previdência promete trazer um alento à economia do País. A primeira reforma necessária à redução do déficit fiscal, ao mesmo tempo em que é impopular, por aumentar a idade mínima e o tempo de contribuição para a aposentadoria de trabalhadores celetistas e servidores, e benéfica, pois oferece as condições iniciais que o país precisa para voltar à rota do crescimento.

Neste cenário, o mercado de ações brasileiro voltou a demonstrar fôlego. O Ibovespa, principal índice de ações brasileiro, não apenas rompeu a barreira dos 100 mil pontos, como a B3, que é a bolsa de valores brasileira, como tem operado com volume expressivo de negociações. Diante disso, os fundos de ações estão como nunca no radar de investidores. As aplicações consideradas arrojadas, ou seja, de alto risco, além dos fundos de ações, estão entre as aplicações com melhor rendimento acumulado ao longo de 2019.

Entenda o que são Fundos de Ações

Os fundos de ações são cestas de investimentos, compostas apenas por ações negociadas na bolsa de valores brasileira. Basicamente, existem quatro tipos de fundos de ações, com variações de estratégia e alocação de carteiras.

Os Fundos de ações ativos buscam proporcionar, no médio ou longo prazo, ganhos de capital por meio da alocação em ações com base em uma gestão ativa e diversificada. O gestor desses fundos trabalha para que a rentabilidade de sua carteira supere determinado benchmark (parâmetro) como, por exemplo, a evolução do Ibovespa, o mais importante índice do mercado brasileiro, que reúne as ações com maior volume de negociação.

Os Fundos de ações indexados procuram replicar para seus cotistas um índice referência de mercado, como o Ibovespa. Mas há fundos indexados também em outros índices, como o IBR-X, que reúne as cem ações mais negociadas no mercado brasileiro. Já os Fundos de dividendos têm papeis de empresas negociadas em bolsa de valores, as chamadas cash cows (vacas leiteiras), porque têm um histórico de pagar regularmente dividendos aos acionistas, ou seja: repassam a eles boa parte do lucro obtido em determinado período. Os fundos de dividendos procuram reunir papeis de empresas com histórico consistente de distribuição de dividendos.

Por sua vez, os Fundos de ações setoriais são fundos de concentram seus investimentos em determinados setores ou conjunto de setores da economia. No Brasil, é possível encontrar fundos setoriais voltados para o segmento financeiro, infraestrutura, construção civil, real state, elétrico, entre outros.

Na plataforma aberta de investimentos Daycoval, a Daycoval Investe, é possível investir em fundos de ações de terceiros e também no Daycoval Ibovespa Ativo, o principal fundo de ações da Daycoval Asset Management. “O fundo é bem diversificado e tem buscado empresas que devam se beneficiar com o cenário de juros baixos e a retomada da economia, como é o caso do comércio varejista, saúde e transportes, que estão entre os destaques na alocação setorial” explica o superintendente de Captação, Maurício Giarrante.

“Nos primeiro semestre de 2019, o Daycoval Ibovespa Ativo teve rendimento acumulado de 16%, contra 14,88% do Ibovespa”, completa Giarrante.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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