Cesta básica é benefício primordial para o wellness corporativo

Cesta básica é benefício primordial para o wellness corporativo

As razões de a cesta básica ser um investimento fundamental vão além do óbvio. Além da garantia de uma boa alimentação, outros fatores contribuem para que este complemento esteja alinhado com as demandas atuais sobre desempenho e saúde mental no ambiente corporativo.

Muito se tem dito acerca do tema wellness, que significa bem-estar. As empresas têm percebido que garantir certos benefícios aos seus funcionários geram um retorno positivo para a performance coletiva. Um olhar mais atento às necessidades e demandas das equipes pode prever desfalques e desligamentos. Recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou a Síndrome de Burnout como um transtorno decorrente do trabalho. Ou seja, o bem-estar geral é motivo de extrema atenção.

Dado este cenário, é fato que o vale alimentação não cobre exatamente todos os gastos necessários para a alimentação básica. Apesar de garantir itens essenciais, na boca do caixa o funcionário muito provavelmente irá completar o valor total com o dinheiro do bolso. Isso causa um desgaste emocional que aos poucos pode prejudicar o seu desempenho. A noção de que a empresa para qual ele se dedica não cobre integralmente suas necessidades é um ponto negativo.

“Sabemos que os preços dos alimentos inseridos na cesta básica sofrem um aumento de 15% a 35 % quando estão nas gôndolas dos supermercados”, comenta Renato Xavier, diretor da Cesta Nobre, que ainda completa: “A cesta vai além dos alimentos em si. A família, o bolso e o wellness também são contemplados. Desta forma, com uma preocupação a menos, o trabalhador exerce sua função mais disposto e com a sensação de pertencimento ampliada”.

O desligamento de pessoas por falta de conexão com a empresa e outras condições que envolvem saúde mental é um problema sério. No Brasil, somente os afastamentos por ansiedade custaram R$ 1,3 bilhão em 2016 à Secretaria da Previdência. Neste cenário, garantir que o funcionário receba um benefício “básico”, mas tão essencial e completo, faz com que a conexão com o ambiente seja maior.

“Na Cesta Nobre sabemos que entregamos algo maior do que o conteúdo da caixa. Trabalhador e empregador são garantidos com esta ação. O crescimento individual e coletivo estão, indiretamente, embutidos neste benefício”, conclui Xavier.

Para a comodidade dos colaboradores, que não precisam fazer seus trajetos de volta para casa carregando a cesta, a empresa oferece modalidades distintas de entrega que vão desde porta a porta até postos de coleta.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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