Investimento em mão de obra e em tecnologia nos armazéns é prioridade para executivos brasileiros

Investimento em mão de obra e em tecnologia nos armazéns é prioridade para executivos brasileiros

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), empresa inovadora, com soluções e parceiros que permitem às empresas obter a vantagem competitiva de que precisam, anunciou nesta segunda-feira (23) os resultados do estudo Futuro dos Armazéns 2024, que apontou que tanto o aumento da automação quanto o crescimento da força de trabalho serão soluções essenciais para armazéns, centros de distribuição e de abastecimento das empresas nos próximos cinco anos.

O estudo aponta que mais de 74% dos entrevistados brasileiros concordam que a introdução de mais trabalhadores em conjunto com soluções tecnológicas é a melhor maneira de automatizar os armazéns, embora apenas 35% veem claramente por onde começar esse processo. Vale adicionar que 89% dos tomadores de decisão brasileiros da área estão em processo de expansão ou já têm um plano para ampliar o tamanho de seus armazéns até 2024. Durante o mesmo período, 84% antecipam um aumento no número de galpões.

A pesquisa analisa estratégias de líderes de Operação e TI para modernizar seus galpões e acompanhar as exigências da economia sob demanda. Foram entrevistados 1.403 executivos dos setores de manufatura, transporte e logística, varejo, correio e distribuição por atacado na América do Norte, Ásia-Pacífico, Europa e América Latina, onde foram consultados tomadores de decisão brasileiros e mexicanos.

“Os executivos estão preparados para enfrentar o crescimento da demanda nos próximos cinco anos e estão modernizando os processos de seus armazéns de maneira gradual, melhorando a produtividade de trabalhadores e equipamentos e aperfeiçoando o fluxo de trabalho”, analisa o general manager da Zebra Technologies no Brasil, Vanderlei Ferreira. “Até 2024, a tendência é de que as soluções continuem a ser integradas com uma abordagem cada vez mais holística, criando ambientes baseados em dados que equilibram a automação da força de trabalho e do armazém com o treinamento de trabalhadores na linha de base, obtendo uma vantagem competitiva que, nesta altura, os transforma em pioneiros no caminho da modernização”, completa.

ACHADOS CHAVE DO ESTUDO NO BRASIL

Até 2024, a automação vai melhorar o desempenho do trabalhador ao invés de substituí-lo

· 69% dos gerentes dos armazéns planejam a automação parcial ou o aumento da força de trabalho por meio da tecnologia.
· 62% dos entrevistados consideram que a interação humana faz parte de um equilíbrio operacional ideal; 32% preferem a automação parcial (alguma participação humana) e 30% preferem o aumento do número de trabalhadores unido ao fornecimento de dispositivos tecnológicos a eles.
· Tomadores de decisão antecipam a implementação de robótica/bots para gerenciamento de estoque em armazém (31%), embalagem para distribuição (20%) e recebimento de mercadorias (22%) até 2024.

Repensar estratégias e operações para enfrentar os desafios presentes em todo o armazém continua sendo uma prioridade.

· 59% dos participantes do estudo citaram a disponibilidade de espaço como um dos desafios mais significativos e planejam expandir o tamanho de seus galpões.
· 60% das organizações mencionaram a contratação de mão-de-obra e/ou a eficiência e a produtividade dos trabalhadores como seus principais desafios, com 63% dando importância aos resultados individuais e em equipe.
· O uso da tecnologia foi identificado como o desafio operacional mais esperado dos próximos cinco anos (60%), bem como o resultado desejado a longo prazo para aumentar a visibilidade de ativos, o uso de informações em tempo real e o desempenho baseado em dados.
· À medida que os armazéns se expandem, também aumentam as unidades de volume no inventário (SKU) e a velocidade na qual os itens devem ser enviados. Os gerentes buscarão aumentar a visibilidade e a produtividade otimizando processos como devoluções (86%), intervalo de tarefas (82%), serviços de valor agregado (86%) e logística de terceiros (95%).

O investimento e a implementação de novas tecnologias são um fator crítico para competir na economia sob demanda.

· Quase metade dos entrevistados (48%) menciona a velocidade de entrega como o principal motivador da expansão de seus armazéns.
· 74% dos tomadores de decisão concordam com a necessidade de modernizar seus armazéns para permanecerem competitivos na economia sob demanda, mas o processo de implementação de dispositivos móveis e outras tecnologias é lento.
· 78% das empresas estão modernizando seus armazéns por meio da renovação de computadores móveis, tablets e scanners de código de barras.

Até 2024, a modernização será impulsionada por soluções de computação móvel baseadas no sistema operacional Android (95%), sistemas de localização em tempo real (RTLS) (51%) e sistemas de gerenciamento de armazém (WMS) com todas as funcionalidades necessárias (62%)
· 58% dos entrevistados consideram as etiquetas de códigos de barras móveis e as impressoras térmicas como uma área de investimento essencial para adicionar aos seus planos, expandindo o uso e atualizando dispositivos nos próximos três anos.

América Latina

· Tomadores de decisão da América Latina identificaram a eficiência ou a produtividade da força de trabalho (71%) como um dos principais desafios dos próximos cinco anos.
· 95% das organizações planejam implementar computadores móveis com sistema Android no armazém até 2024, a fim de melhorar a eficiência e a produtividade do trabalhador.

Ásia – Pacífico

· Até 2024, 87% dos entrevistados planejam implementar um sistema de execução móvel para gerenciar melhor os trabalhadores no armazém.
· 73% dos gerentes planejam investir em relógios e lentes inteligentes, além de tecnologia sem fio para pendurar nos quadris nos próximos três anos.

Europa

· Os metros quadrados de armazéns devem aumentar 26% nos próximos cinco anos; muito mais do que em qualquer outra região.
· É esperado que até 2024, o uso de RFID e tecnologias de localização aumente nas operações de saída do armazém, uma vez que uma em cada cinco organizações planeja usá-las para embalagens (25%), gerenciamento de estoque (20%) e coleta de itens (19%).

América do Norte

· Quase metade dos tomadores de decisão da América do Norte (49%) identificou embalagem, organização e carga de saída como desafios para o setor.
· 94% dos entrevistados terão implementado ou planejado implementar soluções de otimização de carga até 2024.

METODOLOGIA DO ESTUDO

O estudo Futuro dos Armazéns 2024 incluiu 1.403 tomadores de decisões operacionais e de TI dos setores de manufatura, transporte e logística, varejo, correio e distribuição por atacado na América do Norte, América Latina, Ásia-Pacífico e Europa, que foram entrevistados pela Qualtrics.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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