Cada vez mais brasileiros estão investindo no exterior como alternativa para os juros baixos

Dados exclusivos da Remessa Online , primeira plataforma brasileira de transferências internacionais, mostram um crescimento de quase 350% em relação ao ano passado •no volume de operações com a finalidade de investimentos no exterior.
Em tempos de juros historicamente baixos, a renda fixa já não é mais tão atrativa para os investidores. Tomar mais risco e migrar parte dos investimentos para a renda variável é um caminho natural e irreversível. Essa tendência já se concretizou em países mais desenvolvidos, por exemplo nos Estados Unidos e no Reino Unido, onde investidores alocam 22% e 50% dos seus portfólios de renda variável, respectivamente, em ações no exterior. No Brasil esse volume de operações cresceu 64% nos últimos 3 anos, de acordo com o Banco Central.
Além do juros mais baixos, uma das razões para esse crescimento, é o avanço da tecnologia que tornou ainda mais acessível esse tipo de investimento para os brasileiros, e negociar ações diretamente nas principais bolsas americanas – NYSE e NASDAQ , além de ETFs e títulos de renda fixa virou uma realidade. Isso porque através da Remessa Online, de forma integrada com as principais corretoras americanas, é possível enviar valores a partir de R$150 , totalmente online e de forma mais barata e rápida do que qualquer outra alternativa no mercado. Inclusive no site da plataforma é disponibilizado um tutorial de como abrir sua conta e começar a investir.
“A tecnologia é um grande aliado na redução de custos e da burocracia. Hoje cada vez mais os investidores brasileiros estão prestando atenção nas taxas de administração dos fundo, que em alguns casos podem chegar a 5%, mas quando vão mandar dinheiro para o exterior os bancos chegam a cobrar quase 10% por transação, além de demorar 2-3 dias para liquidar, e na Remessa Online estamos fazendo isso por menos de 1.5% e com liquidação no mesmo dia!” , avalia Alexandre Liuzzi, Co-fundador e diretor de estratégia da Remessa Online.
Investir no exterior é algo que possibilita agradar a qualquer perfil. Os mais conservadores contam com títulos de renda fixa, e os mais arrojados com ETFs. Por exemplo, alguém que investiu no ETF SPDR S&P 500 , um ETF vinculado ao índice S&P 500, no primeiro dia útil do ano teve ganho de 20% em US$ mais a variaçãocambial, totalizando 29,3% em reais até 17 de setembro. Se esta mesma pessoa tivesse investido no BOVA11 , o título equivalente no Brasil, ele teria ganho 13,9%.
“Quem investe no exterior tem acesso a mais oportunidades e possibilidades mais diversificadas de negócios, além de contar com um mercado mais maduro e seguro, que opera com moeda forte”, avalia Tiago Reis, fundador da Suno Research.
A Suno oferece relatórios, artigos e conteúdos para orientar investidores interessados em explorar o mercado internacional e também tem visto um aumento relevante no interesse dos seus clientes nesse tipo de investimento.
Contudo, vale ressaltar que ainda existe o custo da operação que varia de corretora para corretora. Nos Estado Unidos, a TD Ameritrade, por exemplo, cobra US$ 6,95 por operação. Já na Drivewealth, há um custo de US$ 0,0125 por ação comprada ou vendida, tendo um piso mínimo de $ 2,99 por transação.








