Paraná deve gerar 6 mil postos de trabalho temporário

Paraná deve gerar 6 mil postos de trabalho temporário

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) estima a contratação de 6 mil trabalhadores temporários para atender ao aumento das vendas neste fim de ano. Sondagem realizada pela entidade revela que a média de pessoas a serem contratadas por empresa subiu 16,59% em relação ao ano passado.

As empresas que antes contratavam apenas um colaborador temporário passaram a contratar mais trabalhadores. Aumentou a parcela de estabelecimentos comerciais que pretende contratar entre duas e cinco pessoas, passando de 24% no ano passado para 35% neste ano. Já as empresas que contratarão mais de dez pessoas correspondem a 8%, ante 5% em 2018.

Por outro lado, a sondagem da Fecomércio PR mostra que 8,9% das empresas pretendem contratar trabalhadores temporários neste fim de ano. No ano passado essa pretensão era de 17%.

De acordo com o diretor de Planejamento e Gestão da Fecomércio PR, Rodrigo Rosalem, “muitas empresas não pretendem contratar temporários porque, gradativamente, já começaram a retomar seu quadro funcional efetivo, o que, na visão dos gestores, será suficiente para atender à demanda de Natal e fim de ano, bem como a expectativa de aumento de vendas para 2020”.

Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), desde agosto o saldo de empregos do comércio, que estava negativo, voltou a patamares positivos, enquanto no setor de serviços, já em ascensão, praticamente dobrou em agosto e setembro na comparação com o mês de julho.

Funções

As vagas temporárias devem se concentrar nas funções de vendedor (46,2%), atendente geral (15,4%), porteiro (7,7%), caixa (7,7%) e assistente de cabeleireiro (7,7%). Também devem ser contratados profissionais de produção, montador, empacotador, conservação, limpeza e portaria, conferente, auxiliar de serviços gerais e auxiliar de cozinha.

Qualificação e experiência

A maioria das vagas temporárias geradas nos setores de comércio e serviços, 69,23%, exige o Ensino Médio; 23,08% apenas o Ensino Fundamental; 3,85% o Ensino Técnico e apenas 3,85% não exigem escolaridade.

A experiência contará pontos para quem está em busca de uma das vagas temporárias, sendo que 60% delas exigem prática de pelos menos seis meses na função. 

Efetivação

E para os trabalhadores temporários que se destacarem, as possibilidades de efetivação são grandes: 68% dos empregadores consideram transformar a vaga temporária em efetiva. A parcela é bastante semelhante ao ano passado, quando as chances de efetivação eram de 70%.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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