Busca por internet de fibra ótica cresce 32% no primeiro semestre do ano

Busca por internet de fibra ótica cresce 32% no primeiro semestre do ano

A popularização da internet de fibra ótica, com a ampliação da cobertura para cada vez mais cidades brasileiras, indica que essa tecnologia chegou para substituir de vez os fios de cobre. O fato de transmitir dados em alta velocidade e sem interrupções leva a crer que este será o futuro da banda larga no mundo. Estruturalmente, os dados são transformados em luz e enviados através de cabos, que são finos como um fio de cabelo humano. 

Só pra se ter uma ideia, a busca por internet com a tecnologia da fibra ótica cresceu 32,16% no primeiro semestre de 2020 em relação ao semestre anterior – de acordo com levantamento do Portal de Planos (https://portaldeplanos.com.br/) – plataforma criada para otimizar a jornada de compra dos clientes, reunindo todos os planos de internet, celular, TV e telefone em um único lugar.

Evolução

“A maioria das pessoas que possui um serviço de internet já reclamou da oscilação de sinal ou até da ausência dele nas mais diversas situações, seja assistindo a um filme, seja durante uma conferência do trabalho. A expectativa é de que isso ocorra cada vez menos e um dos motivos para essa evolução é a fibra ótica”, explica Yuri Kaminski, especialista em marketing digital do Portal de Planos.

O site compartilhou, ainda, as cinco principais vantagens da tecnologia: 

Velocidade maior de conexão

Por meio de cabos de cobre a conexão chega a cerca de 10 Mbps, enquanto a de fibra ótica pode alcançar 10 Gbps (embora ainda se utilize muito abaixo do real potencial da tecnologia). É possível transmitir bilhões de bits de dados digitais por segundo e ao longo de grandes distâncias; 

Menos interferências eletromagnéticas

Isso garante maior segurança no sinal e, consequentemente, mais estabilidade na conexão. A fibra ótica, além de não superaquecer como o cobre, não sofre interferência pelo vento, chuva ou fatores ambientais, o que também diminui o risco de incêndios; 

Facilidade na hora da instalação

Os cabos de fibra ótica ocupam menos espaço do que os de cobre, então aquele problema de passá-los por armários de distribuição e tubulações tem sido menos recorrente. Além disso, eles são mais fáceis de transportar e manipular;

Maior durabilidade

Os cabos de fibra ótica sofrem menor deterioração com o passar do tempo do que os de cobre que, por ser um metal, oxida e sofre alterações com as mudanças de temperatura. O vidro contido na nova tecnologia é capaz de aguentar pressões enormes e tem resistência à tração de 42 toneladas por centímetro quadrado;

Matéria-prima encontrada mais facilmente

A sílica, matéria-prima para a fabricação da fibra ótica, é encontrada mais facilmente na natureza do que o cobre e o custo de produção é bem menor. 

Os tipos mais comuns de redes são cabo, DSL, satélite e fibra ótica. Para saber qual melhor se adapta às necessidades de cada um, o ideal é realizar uma pesquisa e conhecer as ofertas disponíveis no mercado. Além disso, é importante checar se a tecnologia já existe na região procurada. 

Para quem está pesquisando a melhor opção de internet, quer trocar a atual ou testar a qualidade do serviço contratado, o Portal de Planos oferece ferramentas como o Comparador de Plano, em que é possível conhecer e comparar as opções oferecidas pelas empresas de telecomunicações e o teste de velocidade da internet, que possibilita a verificação da qualidade da conexão.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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