Programa ajuda recolocação de profissionais que perderam emprego na pandemia

A W12, criadora do EVO, melhor e mais completa plataforma de gestão do mercado fitness, criou um movimento para ajudar a recolocação de quem perdeu o emprego durante a pandemia. O setor foi um dos mais impactados pelo isolamento. Em muitos estados as academias ainda não estão liberadas para abertura. Pesquisa feita pela própria EVO apontou que as demissões em academias podem atingir 100 mil pessoas até o fim do ano.
Por meio de um programa de recursos humanos batizado de Evo Talent, as empresas que precisaram dispensar funcionários podem indicá-los para uma espécie de banco de talentos. Peter Thomas Szenttamasy, head de operações da W12, conta que a ideia nasceu em conversas com clientes que, sem alternativa, precisaram demitir no momento mais crítico da história do setor.
Recolocação de talentos
“Muitos gestores tiveram que tomar a dura decisão de desligar profissionais de extrema competência e com muito tempo de empresa”, diz. “Vamos ajudar essas pessoas a se recolocarem no mercado. Queremos manter estes talentos no nosso segmento.”
O Evo Talent conta, também, com outras funções, que entrarão na sequência, já que antes da pandemia a previsão era de contratar mais de 30 pessoas e a demanda da empresa continua alta. “No ano passado contratamos cerca de 50 novos colaboradores. Ou seja, aumentamos o tamanho da companhia em 50% comenta Peter.
Banco de talentos
Além das vagas já divulgadas, a intenção é formar um banco de talentos para trabalhar na empresa à medida em que a retomada das academias, estúdios e boxes se consolidarem e forem exigindo mais da empresa. Existe ainda a possibilidade – conforme a aceitação da proposta e o número de indicações recebidas – de o banco de talentos ser expandido e ficar aberto para todo o mercado.
“Esse foi mais um passo que demos em direção ao nosso foco pela causa de servir a comunidade para transformar o mundo em um lugar mais ativo, feliz e saudável. Queremos servir nossos clientes” diz Peter.
O movimento capitaneado pela W12 junta-se a outras ações já promovidas pela empresa para apoiar as academias. Além de não demitir nenhum funcionário devido à crise, a empresa, proprietária do software EVO, adotou uma postura de total apoio aos clientes. Em vez de vender produtos, disponibilizou gratuitamente mais de 350 aulas e treinos online e incluiu no software funcionalidades específicas para as necessidades dos gestores no período de quarentena.
Conteúdos
A empresa preparou ainda conteúdos que abordaram temas como a prevenção à doença, gestão de crise, relacionamento com o cliente e informações sobre medidas do governo que impactavam o negócio das academias. A ideia foi gerar conteúdo de qualidade para aperfeiçoar a gestão dos empresários do setor.
As ações da W12 impactaram positivamente na sobrevivência de academias em todo o Brasil. “Não fosse pelas vendas online pelo aplicativo EVO e pelo suporte quase 24 horas por dia que a empresa nos deu, não teríamos nos recuperado nesse momento complicado”, diz Gisele Faria, do Ego Studio, de Ponta Grossa, Paraná.
Corrente do bem
Para Paulo Akiau (foto), presidente da W12 e da ABC International, subsidiária da companhia norte-americana que comprou a W12 em 2019, demitir é uma das decisões mais difíceis na vida de um empresário. “Por isso, queremos fazer essa corrente do bem para ajudar quem perdeu o emprego a se recolocar no mercado.”
As vagas já abertas na W12 são na área de pré-vendas, consultoria comercial, onboarding e atendimento. A ideia é que as próprias empresas que precisaram dispensar funcionários possam indicá-los para o banco de dados. Para isso, basta preencher um formulário no link https://softwareevo.w12.com.br/talent/.








