Pandemia avança para 2021 e deve consolidar tendência dos desktops virtuais

Pandemia avança para 2021 e deve consolidar tendência dos desktops virtuais
O novo coronavírus continua ameaçando populações do mundo todo, agora com uma segunda onda no Hemisfério Norte – que provavelmente se repetirá no Brasil daqui a alguns meses. Apesar de as empresas tentarem voltar à rotina habitual – até mesmo por uma questão de sobrevivência -, a falta de uma clara estratégia de prevenção e tratamento tem levado muitas delas a assumir que o trabalho em sistema home office vai continuar pelo menos no primeiro trimestre de 2021, exigindo que as organizações estejam preparadas do ponto de vista tecnológico.

Na opinião de Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud (São Paulo), essa flexibilidade é fundamental para que os profissionais possam se resguardar e preservar seus entes queridos, mas exige planejamento e investimento num ambiente seguro que possa ser acionado a partir de qualquer ponto fora da empresa.
 
 
“Há várias situações sendo experimentadas. Enquanto algumas empresas colocaram 25%, 50% ou até mesmo 100% dos funcionários trabalhando a partir de suas casas temporariamente, outras já se decidiram pelo home office permanente, colocando os imóveis que ocupavam à disposição do mercado”, diz Filadoro.

Filadoro observa que muitas empresas estão considerando manter uma parcela dos colaboradores trabalhando remotamente mesmo depois que a pandemia chegar ao fim, dando novos usos ao espaço que ocupavam. Nesse cenário, os desktops virtuais em nuvem são fundamentais para assegurar a continuidade dos negócios.
 
“Basicamente, na tela do laptop o funcionário tem acesso a todas as informações necessárias para desempenhar suas funções da mesma forma que fazia no seu local de trabalho. Com o modelo ‘Desktop as a Service'(DaaS), as organizações podem aproveitar assinaturas que cobram pelo tempo que cada funcionário permanece trabalhando em sua máquina – eliminando o custo de atualizações de hardware. Amazon, Microsoft e Google têm soluções neste sentido”.

De acordo com o executivo da Online Data Cloud, na prática, a implantação de desktops virtuais em nuvem pode aumentar a eficiência da força de trabalho, garantindo que a equipe esteja usando tecnologia sincronizada e atualizada. Do ponto de vista da segurança também há ganhos, já que os dispositivos são gerenciados de forma centralizada.
 
“Com essa solução, somada às ferramentas de colaboração que permitem reuniões virtuais, praticamente inexistem curva de aprendizado e período de transição. É possível trabalhar efetivamente de casa. O cliente cria uma máquina-padrão, com todas as aplicações e dados da empresa, e ela poderá ser duplicada em quantas máquinas for necessário”, conclui Filadoro.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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