Custo de convênio médico sobe e empresas buscam alternativas

Custo de convênio médico sobe e empresas buscam alternativas

O reajuste anual dos planos de saúde, aprovado em novembro de 2020, superou a inflação brasileira em até quatro vezes. O aumento, que é autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), atingiu a marca de 8,14%, contra os 2,2% registrados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses.

A mudança vale, a princípio, para convênios individuais e familiares, sendo que deve impactar o consumidor logo no início de 2021. As operadoras apontam que as alterações são feitas com base em: frequência de uso, subida nos preços de exames e internações, além de inclusão de novas tecnologias.

Para os planos de saúde coletivos, que representam 80% do mercado, a porcentagem deve ser ainda maior, já que não existe índice determinado por parte da ANS e a negociação é feita entre prestadoras e clientes. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos, atualmente cerca de 12% da verba das empresas é destinada aos convênios, número que pode subir para 20% em alguns casos.

Companhias buscam alternativas

Com o aumento nos valores dos tradicionais convênios, muitas empresas têm procurado alternativas para cuidar da saúde dos colaboradores. Parte delas, tem optado pela inclusão de profissionais de medicina corporativa, que participam do cotidiano de cada setor e acompanham regularmente o quadro clínico dos trabalhadores.

“Essa é, sem dúvida, uma das opções mais viáveis para as companhias. Neste formato, o funcionário é atendido sempre pelo mesmo profissional, que passa a acompanhar a sua saúde, solicitar exames e participar da rotina diária da empresa, reduzindo riscos, melhorando a qualidade de vida de cada um e atuando com medidas de prevenção”, explica o Dr. José Carlos de Rezende, especialista em Medicina do Trabalho e Medicina de Família.

Rezende também é o criador da Cuida Mais, uma startup que desde 2017 oferece um formato inovador em atendimento, onde companhias pagam um valor por funcionário e têm à disposição um médico presencial, especialistas e uma rede credenciada para exames. “Nosso objetivo, desde que iniciamos, é evitar o adoecimento das pessoas, prevenir possíveis complicações, trabalhar em uma recuperação eficaz e, consequentemente, reduzir os custos com rotatividade e absenteísmo, melhorando a produtividade e oferecendo um tratamento assertivo”, aponta.

O reajuste anual dos planos de saúde, aprovado em novembro de 2020, superou a inflação brasileira em até quatro vezes. O aumento, que é autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), atingiu a marca de 8,14%, contra os 2,2% registrados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) nos últimos 12 meses.

A mudança vale, a princípio, para convênios individuais e familiares, sendo que deve impactar o consumidor logo no início de 2021. As operadoras apontam que as alterações são feitas com base em: frequência de uso, subida nos preços de exames e internações, além de inclusão de novas tecnologias.

Para os planos de saúde coletivos, que representam 80% do mercado, a porcentagem deve ser ainda maior, já que não existe índice determinado por parte da ANS e a negociação é feita entre prestadoras e clientes. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos, atualmente cerca de 12% da verba das empresas é destinada aos convênios, número que pode subir para 20% em alguns casos.

Companhias buscam alternativas

Com o aumento nos valores dos tradicionais convênios, muitas empresas têm procurado alternativas para cuidar da saúde dos colaboradores. Parte delas, tem optado pela inclusão de profissionais de medicina corporativa, que participam do cotidiano de cada setor e acompanham regularmente o quadro clínico dos trabalhadores.

“Essa é, sem dúvida, uma das opções mais viáveis para as companhias. Neste formato, o funcionário é atendido sempre pelo mesmo profissional, que passa a acompanhar a sua saúde, solicitar exames e participar da rotina diária da empresa, reduzindo riscos, melhorando a qualidade de vida de cada um e atuando com medidas de prevenção”, explica o Dr. José Carlos de Rezende, especialista em Medicina do Trabalho e Medicina de Família.

Rezende também é o criador da Cuida Mais, uma startup que desde 2017 oferece um formato inovador em atendimento, onde companhias pagam um valor por funcionário e têm à disposição um médico presencial, especialistas e uma rede credenciada para exames.

“Nosso objetivo, desde que iniciamos, é evitar o adoecimento das pessoas, prevenir possíveis complicações, trabalhar em uma recuperação eficaz e, consequentemente, reduzir os custos com rotatividade e absenteísmo, melhorando a produtividade e oferecendo um tratamento assertivo”, aponta.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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