Crise volta a assustar as Bolsas

O medo de que a crise econômica irá durar mais do que o previsto voltou assustar os investidores. Os índices nos Estados Unidos tiveram grandes perdas, com destaque para as companhias  petrolíferas que foram influenciadas pela queda do petróleo. Em Wall Street, as ações de Alcoa (-6,5%), Freeport McMoran (-5,7%) e outras companhias ligadas ao mercado de matérias-primas desabaram em resposta.

No mercado acionário brasileiro o dia não foi diferente. As perdas de 2,85% do Ibovespa fizeram o índice ficar negativo na primeira quinzena do mês. As empresas de commodities foram as que mais ajudaram a derrubar o índice, que também sofreu com a realização de lucros por parte de alguns investidores. As ações preferenciais da Petrobras caíram 1,91%, Vale PN cedeu 1,36% e os papéis da Usiminas fecharam com perda de 3,48%.

Com a queda desta segunda-feira (15), o Ibovespa volta ao patamar de 52.033 pontos. A segunda-feira também foi agitada pelo vencimento de opções sobre ações, que movimentou R$ 2,6 bilhões e inflou o volume do pregão, que totalizou R$ 7,6 bilhões.

O início da semana foi marcado pelo receio de que a atividade industrial ainda está distante de recuperação.. Nos Estados Unidos, o indicador de atividade industrial na região de Nova Iorque aumentou o seu ritmo de contração no mês de junho. O NY Empire State Index apontou 9,41 pontos negativos no peíodo, pior do que o registrado anteriormente (-4,55) e do que as expectativas dos analistas (-4,6).

O dólar comercial fechou a segunda-feira (15) com alta de 1,4%, cotado na venda a R$ 1,954. O forte movimento de ajuste nas principais bolsas pelo mundo favoreceu a valorização da divisa norte-americana.

Soma

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *