Crescimento no número de evangélicos abre uma boa oportunidade para empresas de confecção de roupas
O número de evangélicos no Brasil vem crescendo cada vez mais e segundo o IBGE já passa dos 42 milhões de pessoas, sendo que mais de 23 milhões são mulheres. E esse crescimento no número de fiéis abriu uma nova oportunidade de negócios, o da produção e venda de produtos e serviços específicos para esse público. No caso específico das mulheres evangélicas, elas fazem parte de um nicho de mercado não compreendido pela maioria das confecções do setor, apesar de possuírem uma vida social ativa. Elas gostam de se vestir bem, porém exigem roupas mais comportadas, principalmente em relação aos decotes e comprimento das vestes.
Para quem quer começar no setor, a melhor solução é terceirizar o processo produtivo, que envolve talhação, serigrafia e costura. O ideal, já no início, é ter um bom catálogo, com pelo menos 50 produtos, e investir em uma loja virtual bem produzida. Já para divulgar o negócio e encontrar representantes, é importante frequentar feiras, principalmente as feiras cristãs.
Já o investimento inicial pode variar de R$ 25 mil a R$ 100 mil, dependendo do porte da empresa. Estes recursos serão suficientes para fazer a reforma do espaço alugado, montar o primeiro estoque e comprar os equipamentos necessários. Outros R$ 15 mil devem ser reservados para capital de giro. De acordo com projeção de consultores de empresas, o faturamento médio mensal de uma pequena empresa do ramo é de R$ 20 mil e o retorno do investimento deve acontecer, no máximo, em dois anos.
Por último, a escolha do ponto para instalação da empresa deve levar em consideração aspectos relevantes para o sucesso do negócio, como as características da vizinhança, fácil acesso, estacionamento para veículos e local para carga e descarga de mercadorias.








