Lucro líquido da Ambev cresce 9.7% e chega a R$ 2,6 bi no primeiro trimestre do ano
Depois de um ano de queda de 3.2%, a Ambev reporta nesta quarta-feira (7) crescimento de 6.8% nos volumes de venda consolidados no primeiro trimestre de 2014. O principal motivo da reversão foi o desempenho da operação brasileira da empresa, que se beneficiou da recuperação da indústria nacional. Os motivos da melhor performance da indústria de bebidas frias no período foram as temperaturas mais altas em várias regiões do país e a queda da inflação de alimentos. Além desses fatores conjunturais, a sólida execução comercial e o sucesso da campanha “Verão Sem Aumento” foram fundamentais para que o volume total de vendas da Ambev no Brasil chegasse a 29,3 milhões de hectolitros no primeiro trimestre de 2014, desempenho 8,6% superior ao mesmo período do ano passado, quando houve uma retração de -6.3% nos volumes de vendas. Com isso, o lucro líquido ajustado da Ambev neste primeiro trimestre de 2014 cresceu 9,7%, chegando a R$ 2,6 bilhões.
No mercado de cervejas, as embalagens econômicas retornáveis de 1L e 300ml continuam crescendo acima da média da indústria, bem como as marcas premium, tais como Budweiser, Bohemia, Stella Artois e Original. Com relação às inovações, as vendas de Brahma 0,0% e de Skol Beats Extreme merecem destaque. A Brahma 0,0%, lançada em meados de 2013, já é a líder do mercado de cervejas sem álcool.
No mercado de Refrigenanc (refrigerantes e não-carbonatados), o volume foi impulsionado pelo aumento do market share. Os destaques nessa categoria são o Guaraná Antarctica, com uma bem executada estratégia de marketing e promoções ao consumidor; a Pepsi, graças ao lançamento da embalagem de 1 litro retornável; e a chegada ao mercado do H2Oh! Limoneto.
Essa boa performance em vendas contribuiu para que a receita líquida no país atingisse R$ 5,8 bilhões nos três primeiros meses de 2014, com crescimento de 19,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. Na mesma comparação, O EBITDA (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado no Brasil alcançou R$ 2,8 bilhões, o que representa um incremento orgânico de 15,1%.
Considerando as operações fora do Brasil, a receita líquida do período foi de R$ 9,04 bilhões, 16,9% a mais que nos primeiros três meses do ano passado. O volume total de vendas foi de 42,9 milhões de hectolitros, o que representa um aumento de 6,8% do total de vendas. Desses, 31,2 milhões de hectolitros foram de cerveja e 11,7 milhões de hectolitros foram de Refrigenanc.
O EBITDA Consolidado ajustado da companhia (América Latina Norte + América Latina Sul + Canadá) registrou, no primeiro trimestre deste ano, aumento orgânico de 14,8% em relação ao mesmo período de 2013, totalizando R$ 4,05 bilhões.
“Estamos a pouco mais de um mês da Copa do Mundo e prontos para executar o planejamento que vem sendo feito pela Ambev desde 2011. Queremos fazer desta a melhor Copa do Mundo de todos os tempos, celebrando de forma responsável com nossos consumidores e nossas marcas”, afirma o CEO João Castro Neves.
O objetivo da Ambev é realizar uma Copa para além dos estádios de futebol e das cidades-sedes, através de milhares de eventos públicos e ativações em todas as regiões do Brasil.








