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Como atrair e contratar os melhores talentos de TI para a sua empresa

TI2Diferente de outros setores (que na maioria das vezes estão na eterna busca pela estabilidade e lutando pela empresa dos sonhos), o profissional de Tecnologia da Informação busca desafios e muitas vezes é ele que é disputado pelo mercado. E hoje são muitas formas de atração destes profissionais.

Em outras palavras, ou a empresa chama a atenção do TI ou nada feito! Rafaela Vita, coordenadora técnica da Klasse! Tech Talents, unidade focada em recrutamento e seleção na área de tecnologia, explica que as dentre algumas vantagens que as grandes empresas apresentam estão: ter um bom pacote de benefícios: oferecer oportunidades de plano de carreira; possibilitar uma carreira no exterior; facilitar o contato com tecnologias e ferramentas de ponta.

As pequenas e média empresas também podem ser bastante atrativas pela possibilidade do profissional ter uma visão mais generalista do processo. “Em algumas, ele pode ter maior autonomia, ter benefícios como trabalhar home office, flexibilidade de horário de trabalho, um ambiente organizacional”.

A coordenadora da Klasse! Tech Talents destaca ainda que todos estes atrativos podem acontecer nos dois casos, dependendo muito da cultura da empresa. “O importante é que o RH e seus gestores saibam perceber este atrativos e utilizá-los como pontos de retenção e atração de talentos” conclui.
A grande dúvida que fica é se hoje o mercado precisa de desenvolvedores de software nas suas equipes ou se a terceirização é uma opção forte e consistente. E essa dúvida, na visão de Rafaela, é algo bem particular de cada companhia e vai depender do foco do negócio e do segmento de atuação de empresas. “Atendemos grandes indústrias que optam por ter profissionais na área de tecnologia que atuam com o softwares com o perfil de ‘Analistas de Negócios’ ou ‘Gerentes de Projetos’, ou seja, eles entendem as demandas ligadas aos softwares com seus clientes internos, transformam em uma linguagem de TI e para isso eles tem que dominar as linguagens em que software está programado. Eles passam a etapa de programação para empresas terceiras especializadas no desenvolvimento das tecnologias em questão” exemplifica Rafaela.

A especialista explica que outras empresas optam por ter todo o processo de programação interna, utilizando pontualmente recursos externos. E o antigo debate sobre o que possui um peso maior entre habilidade e experiência na hora em que empresas precisam priorizar o seu garimpo de talentos, Rafaela aponta:

“O ideal normalmente é um ‘mix’ entre as habilidades comportamentais e conhecimentos técnicos, porém a maioria das empresas tendem a flexibilizar algum conhecimento técnico que não impacte tanto na atividade que será desempenhada ou que exista uma possibilidade de capacitação interna quando identificam boas habilidades comportamentais no candidato”.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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