Sicredi disponibiliza R$3 bilhões em crédito pré-aprovado para associados
Claudinei Gonçalves Cordeiro é produtor de hortaliças orgânicas em São José dos Pinhais (PR). Há 10 anos ele se mudou de Santa Catarina para o Paraná, para recomeçar do zero e hoje emprega mais de 40 pessoas e exporta sua produção para outros estados. Apesar da estabilidade do mercado de orgânicos, na hora de adquirir bens pessoais o empresário recorre à linhas de crédito para fazer a compra. “O ideal seria guardar um capital e comprar à vista, mas, com a crise que estamos enfrentando, isso é praticamente impossível. O jeito é apostar em empréstimos e financiamentos para trocar de carro ou melhorar a casa”, explica Cordeiro.
João Valmir Ferreira Sales enfrenta a mesma realidade em Ponta Grossa (PR). Ele é construtor e quando precisou trocar de carro para atender às necessidades da família o caminho foi o financiamento. O que João e Claudinei têm em comum, no entanto, é que ambos recorreram à cooperativas de crédito para conseguir realizar seus planos – e não aos bancos tradicionais. “Em 2014, precisei trocar meu carro por um que comportasse uma cadeira de rodas, mas como os bancos estavam em greve, somente a equipe do Sicredi estava à postos e foi ela que me ajudou”, conta o construtor.
Ambos também enfrentam o círculo vicioso que se tornou o cenário econômico atual. A recessão freia a economia e aumenta a inadimplência. Com isso, as taxas de juros tendem a subir e a concessão de crédito se torna mais rígida e difícil, potencializando a crise. Enquanto a oferta de crédito mal acompanha a inflação e apresenta sinais de retração, instituições financeiras cooperativas, como o Sicredi, por exemplo, vão na contramão e oferecem alternativas aos associados. “Com base em análises feitas em nossa base de cooperados, identificamos um potencial de cerca de R$ 3 bilhões em recursos disponíveis e já pré-aprovados para crédito. Nosso foco é no desenvolvimento da comunidade, por isso, procuramos facilitar a vida do associado e oferecer propostas financeiramente saudáveis”, explica Gilson Nogueira Farias, gerente de Desenvolvimento de Crédito da Central Sicredi PR/SP/RJ.
Justamente por seguir um caminho diferente é que o Sicredi consegue manter seu desempenho positivo. Com taxas de juros que giram em torno de 90% do valor médio de mercado, a cooperativa desponta como uma opção viável para quem precisa de crédito. “Nós procuramos entender a demanda de cada associado para oferecer linhas de crédito que vão de fato ajudar no seu desenvolvimento e que caibam no seu bolso. A intenção não é ganhar com os juros que tornam a dívida eterna. Queremos ter uma taxa de inadimplência reduzida, o que é bom para a cooperativa e para o cooperado”, finaliza Gilson.








