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Etiqueta nas redes sociais é necessária

Daiane Mira.
Daiane Mira.

Com o aumento exponencial da utilização das redes sociais, sejam elas pessoais ou profissionais, temos visto que muitas vezes os comentários e o compartilhamento de informações e notícias, estão produzindo efeitos contrários àqueles que as pessoas desejam. Quem usa ativamente as principais redes e mídias sociais pode observar algumas posturas que fogem dos padrões esperados.

Quando um perfil é criado nessas redes, fica a critério do usuário aceitar ou não desconhecidos em sua rede. Em alguns casos, é possível utilizar aplicativos para aumentar o número de seguidores e consequentemente a “popularidade virtual” que esse número significa. É importante estar ciente de que ao postar fotos, localizações, viagens e impressões pessoais, essas pessoas desconhecidas terão acesso a todo o conteúdo. Claro que outra questão que o usuário pode escolher, é a segurança: quem tem acesso às informações postadas? Mesmo com uma rede de desconhecidos, é possível filtrar quem visualizará ou não. E esse é um ponto importante de segurança, já que pelas suas postagens é possível definir um padrão de rotina e facilmente identificar seus gostos e tentar uma aproximação virtual ou até mesmo pessoalmente. É necessário ter bom senso para zelar por sua segurança.

Falando em bom senso, é grande o número de pessoas que compartilham vídeos ou fotos de pessoas ou animais sofrendo maus tratos. Os vídeos de acidentes trágicos despertam grande curiosidade e comoção, mas será que em uma rede de entretenimento e distração isso é necessário? O sensacionalismo e as falsas notícias também são propagados nos compartilhamentos que algumas pessoas fazem lendo somente o enunciado da notícia, sem sequer olhar o conteúdo e verificar se ele não faz alusão a nada que lhe comprometa ou mencione nomes de pessoas, marcas e outros tipos de informação que denigram as imagens alheias. Essa é uma prática que se tornou muito frequente pela quantidade de informações que nos chegam pelas redes sociais, portanto é necessário verificar.

Falando especificamente do ponto de vista profissional, o LinkedIn é a maior rede utilizada. Principalmente nela, estão os principais perfis profissionais que você conhece, tem interesse ou prospectou para alguma ação. Mas, ultimamente, junto às postagens profissionais, encontramos selfies, textos filosóficos, correntes de orações e fotos totalmente inapropriadas. Até que ponto essa mudança do conteúdo é aceitável? Não se esqueça que as empresas e seus recrutadores estão de olho nas redes sociais profissionais e até pessoais.

Mas aí entra o livre arbítrio. “Caso não esteja satisfeito com o que posto, me exclua ou deixe de me seguir”. “A rede social é minha e eu posto o que eu quiser”. Bom, isso é uma verdade. Não dá para proibir ou impor regras sobre o que postar ou não. E já que temos a opção de não seguir mais a pessoa ou desfazer a amizade, essa é a única forma de evitar ver o que não nos agrada ou contratar quem não se adequa.

O artigo foi escrito por Daiane Mira, que é executiva da DBACorp.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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