Baixo investimento e demanda crescente são os principais atrativos para o empreendedor que pretende abrir uma agência de turismo receptivo

turismo-receptivo-266x179A prestação de serviços de turismo receptivo é hoje uma das atividades mais atrativas do setor terciário. Há uma procura crescente por esse tipo de serviço, que se mostra cada vez mais sofisticado e exige muita atenção aos detalhes. Para quem não sabe, o turismo receptivo é o serviço destinado a atender as expectativas das pessoas que adquiriram o produto turístico ou que viajam a negócios e precisam de apoio em seus deslocamentos. As operadoras de turismo, que vendem pacotes que incluem aéreo, hospedagem, traslados e passeios, têm agências de turismo receptivo como parceiras. Também quem organizou sua viagem sozinho pode contratar diretamente uma agência de turismo receptivo caso queira adquirir alguns passeios.

A verdade é que o mercado de turismo vive hoje um período de transição e muitas empresas ainda não se deram conta de que precisam fazer mais do que emitir passagens. A Organização Mundial de Turismo (OMT) prevê que em 2020 o turismo ao redor do mundo será responsável mais de 2 trilhões de dólares de faturamento por ano. Portanto, o crescimento deste mercado é uma excelente notícia não só para quem está ligado diretamente ao negócio, como os hotéis e as empresas de transporte, mas também para outros tantos setores da economia que estão indiretamente envolvidos. Por sua vez, o mercado de eventos continua sendo ainda o principal propulsor do segmento de turismo receptivo.

Quanto à localização do negócio, ela representa uma decisão muito importante para uma empresa de turismo receptivo. A empresa deve dispor de um bom escritório para atendimento a clientes com no mínimo 50 metros quadrados e com flexibilidade para ampliação conforme o desenvolvimento do negócio.
Já o investimento é baixo. De acordo com cálculos do Sebrae, para iniciar o negócio, em imóvel alugado, cerca de R$ 30 mil são suficientes.

Por último, a agência de turismo receptivo deve fornecer serviços de qualidade, confiabilidade, alta tecnologia e, principalmente, a custos baixos, fixando mercados e pontos de atuação com total domínio de determinadas regiões. Deste modo, garantirá a satisfação dos clientes e assegurará a rentabilidade da empresa. Contudo, é necessário observar uma série de requisitos básicos, que deve começar por um bom planejamento do negócio.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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