Cinco razões pelas quais pequenas e médias empresas devem adotar o Business Intelligence

Plataformas de Business Inteligence (BI) e Analytics ajudam as companhias na potencialização de seus negócios e na configuração rápida no ambiente de trabalho, sendo que o manuseio correto aumenta drasticamente o ROI em qualquer setor, mesmo em época de crise. Ao contrário do que boa parte dos pequenos e médios empresários acreditam, contudo, a implantação não requer grande esforço e o preço é acessível.
Para auxiliar PME’s a entenderem os motivos que tornam o BI essencial para o desenvolvimento de estratégias efetivas de crescimento, Allan Pires, consultor da PA Latinoamericana – especializada em auxiliar empresas dos mais diversos portes e segmentos no direcionamento de iniciativas voltadas ao desenvolvimento contínuo e sustentável – elencou  cinco razões para implantar as ferramentas de BI e Analytics no seu negócio:

1.  É muito fácil transportar os dados armazenados do ERP para o BI e Analytics – A criação de um armazém de dados, provenientes de um novo BI e solução analítica, permite a uma empresa transferir seus dados legados (registrados no ERP anterior) para um depósito de dados (Datawarehouse) em seu formato nativo. O software de BI e Analytics podem combinar os dados antigos com os gerados pelo seu novo ERP e produzir consistentes análises e relatórios, sem qualquer conversão necessária e sem perder o histórico.

2. Obtenha um ROI mais rápido de seu ERP ao investir em BI e Analytics – Para a empresa, o objetivo mais importante na implantação de um sistema ERP é a informação. Executivos têm a necessidade de ver os dados por trás de seus negócios, ajudando-os a tomar as grandes decisões diariamente. Com o Business Intelligence e Analytics, os usuários otimizam tempo e energia. No total, 90% das empresas da carteira de clientes Targit no Brasil crescerão dois dígitos reais em faturamento e EBITDA em 2015, com expectativa de manter o crescimento para 2016, mesmo com a crise financeira. E como essas empresas fazem isso? Elas sabem analisar as atividades que geram valor em sua cadeia de valor ao se apoiarem em ferramenta que gera resultados.

3. Customize menos a sua nova solução de ERP – Há uma tendência para se afastar de customizações de softwares complexos como o ERP, em grande parte devido ao incômodo de manter as personalizações com as atualizações e patches. Além disso, as empresas que têm utilizado uma solução ERP por muito tempo podem ter um forte sistema customizado com anos de dados. As customizações que foram necessárias para tornar os dados aplicáveis no antigo ERP não são necessárias com o BI.
4.  Não recrie antigas análises e relatórios – Pode demorar um dia inteiro de trabalho para recriar um relatório em um novo sistema ERP durante a migração para um novo. Um dia por relatório não é muito ruim se uma empresa tem apenas algumas dezenas de relatórios periódicos para acompanhar, mas as organizações podem facilmente acumular mais de 500 relatórios que precisam ser recriados em um novo sistema. Não há a necessidade de um atraso de tal grandeza. Com o BI implantado no ambiente de trabalho, a criação de análises que oferecem a informação real-time para os funcionários é mais eficiente e eficaz, além de não gastar anos replicando o que havia antes.
5.  Algumas atualizações fazem tanto o mal quanto o bem – A atualização de um sistema ERP pode trazer vários novos recursos e funcionalidades para a organização, mas algumas atualizações podem criar problemas que acabam deixando os gestores de TI sem saída. Um exemplo disso são atualizações do ERP que apagam todos os relatórios existentes, deixando com a organização a responsabilidade de recriar todos eles. Tendo um BI e uma solução de análise, a corporação evita este dever.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 52 anos na área de jornalismo, sendo 50 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Há 25 anos é professora titular do curso de Jornalismo da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 19 anos de blog, mais de 50 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 21 prêmios, com destaque para Embrapa Floresta (Menção Honrosa em 2025); VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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