Popularização de práticas esportivas impulsiona negócios de roupas para esporte

O estilo moderno e ao mesmo tempo confortável vem conquistando um público cada vez mais numeroso. Embalado pelos grandes eventos esportivos e a popularização de práticas de esporte, o consumo de roupas esportivas no Brasil tem crescido na mesma proporção em que, em todas as faixas etárias e classes sociais, aumentam a preocupação com a beleza e a vida saudável. Esta mudança de comportamento da população vem impulsionando alguns os setores econômicos, que vão desde os crescentes indicadores das indústrias de suplementos alimentares, passando pela sofisticação das academias de ginástica até a expansão do setor de confecção de roupas esportivas.
Por outro lado, há muito tempo os estilistas perceberam que para vestir homens e mulheres com conforto e praticidade nada melhor do que os tecidos esportivos. Hoje, as grandes marcas esportivas também desenvolvem criações para serem usadas à noite ou fora das competições esportivas. Além disso, não é preciso ser um superatleta para usar peças esportivas. Esta interação faz com que, cada vez mais, a moda e o esporte extrapolem os limites das quadras e campos esportivos e invadam as passarelas e ruas das cidades, criando oportunidades de negócios para os empreendedores deste setor.

Quanto à localização de uma indústria de confecções, antes de se decidir pela escolha do imóvel o empreendedor deverá observar alguns detalhes, como por exemplo: verificar se o imóvel atende as suas necessidades operacionais quanto à localização, proximidade de fornecedores, fontes de mão de obra, consumidores, atividades de confecção complementares e capacidade de instalação. O empreendedor também deve verificar na Prefeitura Municipal se as atividades a serem desenvolvidas no local respeitam a Lei de Zoneamento, já que alguns tipos de negócios não são permitidos em qualquer bairro.
Já o investimento não é pequeno. De acordo com cálculos dos consultores do Sebrae, para montar um confecção de roupas esportivas em imóvel alugado são necessários R$ 132 mil, recursos que serão destinados a reforma do imóvel, registro da empresa, compra de mobiliário e equipamentos e capital de giro para suportar o negócio nos primeiros meses de atividade.
Por último, além de seguir à risca o seu plano de negócios, o empreendedor deve ser criativo e ousado validando conceitos de comunicação inovadores, de forma que consiga manter o empreendimento em evidência no mercado e diante dos consumidores atuais e potenciais.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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