Indústria de jogos eletrônicos conquista novas camadas da sociedade a abre oportunidade para mais empreendedores

gamesOs Jogos eletrônicos ou games estão inseridos em todas as camadas da sociedade, idealizados e criados para diversos propósitos como treinamento, educação, entretenimento e propaganda, não excluindo qualquer faixa etária ou gênero. O reconhecimento dos games no Brasil vem dando oportunidade para muita gente que tomou a decisão de empreender na área, sejam trabalhadores na indústria de videogame desde o desenvolvimento, a distribuição dos jogos, até profissionais que disputam e vencem campeonatos mundiais, fazendo da brincadeira uma profissão.

No entanto, a maioria das empresas de produção de games ainda foca os esforços no mercado mais tradicional, que é o entretenimento puro. Porém, já se vê um interesse crescente pelo uso dos games para divulgar marcas e na produção de middlewares (suporte a jogos) e business games, que são jogos utilizados por empresas. Dados da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos apontam que o primeiro jogo produzido no Brasil tem hoje mais de 20 anos. A partir do ano 2000, o cenário começou a mudar. Muitas empresas surgiram e inúmeras iniciativas foram tomadas em áreas correlatas de jogos, incluindo feiras, cursos e simpósios. Agora, um dos grandes problemas enfrentados pelo setor é a pirataria e a importação ilegal. Isso faz com que a mortalidade de pequenas empresas de jogos seja alta.

Quanto à escolha do local e do espaço físico necessário para instalar o negócio, essa é uma decisão muito importante para o sucesso do empreendimento. O local deve oferecer infraestrutura adequada e condições que propiciem o seu desenvolvimento. É fundamental avaliar a facilidade do acesso a partir do perfil da clientela. O ideal, quando possível, é sempre buscar uma localização em via de alto tráfego, pois na maioria dos casos, o empreendimento chamará a atenção de diversos clientes. Também é importante a existência de estacionamento no local.

Por último, o investimento inicial irá variar de acordo com a estrutura do empreendimento e do tipo de produto fabricado e vendido. Para uma empresa que fabrica games com uma estrutura mínima de pequeno porte, em imóvel alugado, consultores dos Sebrae estimam que serão necessários recursos da ordem de R$ 110 mil. Por sua vez, no caso de uma empresa de grande porte com uma estrutura industrial completa, o investimento inicial poderá chegar a R$ 5 milhões.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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