São boas as oportunidades de negócios para as empresas de assistência técnica em equipamentos de informática

A tecnologia da informação (TI) mudou completamente a forma como as pessoas trabalham, se comunicam e se divertem. Só para se ter uma ideia, hoje, o número de PCs, notebooks e tablets, no Brasil, ultrapassam a casa de136 milhões de unidades. Esse poderoso elo entre as pessoas e o mundo tecnológico é um processo que não tem volta. E é justamente aí que surge uma grande oportunidade de negócios para técnicos e profissionais com formação em TI, que é a assistência técnica em equipamentos de informática.

A paralisação de uma empresa por causa de uma pane em sua rede de computadores pode causar prejuízos incalculáveis, como queda de produtividade, aumento da ociosidade e até perda de clientes. Por essa razão, pessoas e empresas não poupam esforços, nem recursos financeiros, para garantir o bom funcionamento de seus negócios que, hoje em dia, são extremamente dependentes da tecnologia. Além disso, o mundo digital vive um processo de renovação alucinante. A cada dia, novos softwares são lançados, novos recursos são inventados, novas formas de interatividade são absorvidas e novas necessidades são adquiridas, exigindo a atualização constante dos equipamentos. Além do que, para que o usuário não tenha que comprar um novo computador a cada seis meses, o upgrade de máquinas torna-se a solução mais econômica e rápida para aumentar a capacidade de processamento, de memória e de armazenamento dos computadores.

Os maiores desafios para uma empresa de assistência técnica são a entrada de grandes fabricantes de microcomputadores na área de prestação de serviços e o avanço da tecnologia que elevou o padrão de qualidade dos produtos reduzindo o índice de defeitos técnicos.

Quanto à localização do ponto comercial, essa é uma das decisões mais relevantes para uma assistência técnica em informática. Dentre todos os aspectos importantes para a escolha do ponto, deve-se considerar prioritariamente a densidade populacional, o perfil dos consumidores locais, a concorrência, os fatores de acesso e locomoção, a visibilidade, a proximidade com fornecedores, a segurança e a limpeza do local.

Já o investimento dependerá do tamanho do projeto do empreendedor. Deverão ser relacionadas como investimento as despesas com imóvel, que incluem aluguel ou compra; aquisição de móveis e equipamentos, contratações de serviços e de empregados, treinamentos, documentações para legalização da empresa e um determinado valor para capital de giro. De acordo com cálculos do Sebrae, para abrir uma pequena empresa nesse setor serão necessários cerca de R$ 60 mil.

Por último, a prestação de serviços deve primar pelo bom atendimento, pontualidade na entrega, preços justos e competitivos e boa estrutura para atendimento domiciliar. Uma importante fonte de receita pode ser obtida através de convênios com empresas e órgãos públicos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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