Novozymes apresenta novo estudo sobre produtividade e sustentabilidade

A sustentabilidade da terra, a geração de alimentos, a produção de energia, a criação de animais para o consumo e a diminuição na emissão de gases na camada de ozônio. É possível gerar todos esses benefícios utilizando o mesmo hectare? Essas foram algumas das preocupações do novo estudo da Novozymes, lançado nesta segunda-feira (24).

Buscando novas respostas aprimorar a produtividade do agronegócio, os pesquisadores focaram nas opções de sustentabilidade da terra, tendo como premissas as recomendações da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), entre elas a melhoria da eficiência da produção agrícola, a eficiência da produção e do fornecimento de energia, melhorar a conversão alimentar de cada animal, reduzir o uso da terra, proporcionar uma alimentação animal equilibrada e reduzir o uso de sistemas de manejo de dejetos líquidos a céu aberto.

Com essas premissas, a empresa conduziu o estudo. “E se nós pudéssemos combater a pobreza, a fome e a poluição?”. O estudo discorre sobre como é possível gerar mais valor na cadeia da agricultura usando a biotecnologia. Para a análise, foram feitos levantamentos sobre a atual produtividade de um hectare utilizado para a criação de frangos nos Estados Unidos. A produção de milho, atual, rende 153 bu/ca (bushel por acre) ou 9,6 Toneladas por hectare) de milho que podem alimentar 900 frangos. Eles mostram como a biotecnologia pode ajudar os produtores a rentabilizar ainda mais o negócio, com uma produção mais sustentável e aproveitando melhor a terra para a geração de novos produtos, como o aproveitamento do adicional da produção para a geração de bioenergia, etanol, além da diminuição do impacto das emissões de CO2.

A utilização de microrganismos no plantio contribuem para melhorar a produção, por exemplo, do milho. É possível produzir muito mais com a mesma quantidade de terra. Hoje, o fósforo, é o nutriente que mais limita a produção agrícola. Com o apoio das biosoluções, aplicadas nas sementes do milho antes do plantio, que são revestidas com microrganismos, contribuem para a menor utilização do fósforo do terreno, deixando-o mais disponível para as plantações. O rendimento, demonstrado no estudo, sobe para 156 bu/ca ou 9,8 Ton/ha, contra as 153 ou 9,6 colhidas no manejo tradicional.

Com esse rendimento, é possível continuar alimentando a mesma quantidade de aves (900), mas a produção extra pode ser utilizada para novos negócios, como a geração de energia e a produção de biocombustíveis. Ao aplicar essas medidas, o agricultor substitui os combustíveis fósseis e diminui em 1 Tonelada de emissão de CO2.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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