Inovação sustentável: calcinha reutilizável evita o descarte de até 400 absorventes por ano

Inovação sustentável: calcinha reutilizável evita o descarte de até 400 absorventes por ano

Lucro será revertido em ações sociais para mulheres

Segundo a Pantys, cerca de 90% da população brasileira ainda recorre a absorventes descartáveis, o que resulta no descarte anual de mais de 15 bilhões de unidades e gera um impacto ambiental expressivo. Em contraste, a calcinha menstrual criada pela marca pode durar até 100 lavagens e substituir, em média, 400 absorventes descartáveis por ano. Isso significa não apenas uma diminuição relevante na produção de resíduos, mas também uma economia anual aproximada de R$200 para quem a utiliza.

Atentas a esse desafio social e à necessidade de ampliar o acesso à Saúde e aos Direitos das mulheres, o Instituto Natura e a Pantys anunciaram uma parceria inédita com foco na ampliação do debate sobre sustentabilidade e autonomia menstrual, além de reversão de lucro para ações sociais voltadas para mulheres. Juntas, as marcas lançam uma calcinha absorvente reutilizável que combina conforto, responsabilidade ambiental e impacto social.

A parceria com a Pantys reflete de forma direta os valores que a Natura defende. Reconhecida como a única empresa brasileira entre as mais sustentáveis do mundo pelo GlobeScan, a marca reforça com essa iniciativa, seu compromisso em combater a pobreza menstrual por meio de soluções inovadoras. As calcinhas absorventes reutilizáveis desta parceria entre Pantys e Instituto Natura unem sustentabilidade, tecnologia e autocuidado, ampliando o acesso a alternativas mais conscientes e duradouras para a saúde menstrual.

Lucro

Com a nova collab, todo o lucro obtido pela Natura e pela Avon com a venda do produto será destinado a ações do Instituto Natura voltados ao cuidado com a saúde das mamas e ao fim da violência contra mulheres no Brasil. Já a Pantys destinará 20% do lucro das vendas realizadas em seus canais físicos e online ao Projeto Arrastão, apoiando diretamente adolescentes de 13 anos atendidas pelo programa de desenvolvimento humano por meio da Educação.

Embora ainda seja invisível para muitos, a pobreza menstrual afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Dados da ONU revelam que 550 milhões de pessoas no mundo não têm acesso a produtos menstruais. No Brasil, 1 em cada 4 meninas é afetada por essa condição, que envolve a falta de acesso a produtos menstruais, infraestrutura básica e educação sobre saúde íntima. As calcinhas absorventes reutilizáveis, portanto, são uma alternativa de promoção de economia financeira relevante para as mulheres a longo prazo, já que têm durabilidade de dois anos em média.

A calcinha absorvente Pantys e Instituto Natura está disponível com a Consultora de Beleza Natura e Avon mais próxima de você e nos sites da Natura, Avon e Pantys. O produto oferece tamanhos P ao GG, é vegano, dermatologicamente testado e custa R$57,00.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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