Lei de responsabilidade das estatais abre nova área de negócios para empresas de TI

Desde o final de 2016, com a regulamentação da lei 13.303, mais conhecida como “Lei de Governança das Estatais”, diversas empresas públicas e mistas têm buscado apoio nas empresas privadas para adequar as suas estruturas de gestão, negócios e de tecnologia da informação às demandas da legislação. Entre essas estatais estão companhias importantes como Infraero, Eletrobras, Petrobras, Banco do Brasil, Amazul, entre outras.

Em seu primeiro “Café com TI”, a Assespro-SP (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Regional São Paulo) levou ao debate este importante tema e sua relevância para empresas de Tecnologia da Informação interessadas em buscar oportunidades de negócio junto a esse mercado. Pela nova legislação, as empresas estatais e mistas precisam se adequar até junho de 2018 às novas políticas, procedimentos e melhores práticas de governança corporativa presentes na legislação. A aplicação integral da lei vale para todas as EPs E SEMs federais, estaduais e municipais, incluindo subsidiárias, com receita bruta superior a 90 milhões. As de arrecadação inferior possuem menos exigências legais, mas não estão desobrigadas do cumprimento da Lei.

Com o objetivo de esclarecer os termos da nova lei e as mudanças e oportunidades que ela traz para o setor de TI no segmento público, o “Café com TI” promovido pela Assespro-SP foi conduzido por Walfrido Brito Pinheiro, diretor de Projetos da Business Indicators – BI, empresa associada a Assespro-SP, especializada em assessoria técnica e serviços especializados em Gestão e Tecnologia da Informação e GRC, que tem entre seus clientes empresas como Sabesp, Petrobras, TRE, TRT, EMTU, governos estaduais e prefeituras municipais, entre outras.

Para Walfrido Brito Pinheiro, com a nova lei e as políticas e procedimentos que começam a ser estabelecidas, as empresas públicas e mistas tornam-se permeáveis às iniciativas privadas para estruturação de melhores práticas de gestão e controle, soluções de negócio, segurança da informação e uma arquitetura de TIC que assegurem a governança corporativa e seus controles. Segundo Pinheiro, “as empresas de TIC estão diante de uma grande janela de oportunidades para os seus negócios”, apoiando as empresas públicas nesta adequação, aportando tecnologias e melhores práticas já adotadas nas empresas privadas, aumentando o valor do negócio e profissionalizando a gestão.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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