Apesar de concorrido, mercado de uniformes profissionais apresenta uma boa demanda e exige baixo investimento para começar o negócio

As empresas têm procurado cada vez mais a utilização de uniformes devido à boa imagem de profissionalismo que a padronização proporciona. Além do mais, o uso do uniforme é muitas vezes incentivado pelos próprios colaboradores, devido à sua praticidade. Os uniformes podem ser confeccionados para os mais diversos setores, como construção civil, companhias aéreas, transportes, hospitais, frigoríficos, indústrias, hotéis, laboratórios, lojas comerciais em geral e até mesmo escritórios. Tal pulverização se configura como uma boa oportunidade para que as confecções de uniformes possam se especializar em determinados setores.

Para que se tenha uma ideia clara do tamanho de mercado é preciso definir qual o foco de atuação do negócio. Por exemplo, uma confecção que quer se especializar em uniformes para a indústria deve saber que a maior parte de seus clientes estão localizados em zonas industriais. Vale ressaltar que nas indústrias, geralmente, as renovações nos desenhos de uniformes ocorrem em prazos médios de um ano. Já em outros segmentos, como companhias aéreas, o prazo pode ser bem maior, de acordo com as estratégias de marketing adotadas.

Quanto à localização do negócio, é necessário em primeiro lugar definir o público que se pretende atingir, possibilitando dessa forma a redução de custos com transporte. Também é necessário pensar na forma como a matéria-prima chegará ao local e como o produto acabado será distribuído, considerando sempre se a infraestrutura viária do local é adequada. Outro fator importante para a definição do local é referente ao ruído causado pelas máquinas de costura e movimentação de veículos na carga e descarga de matéria-prima e produtos acabados.

Já o investimento vai variar de acordo com o tamanho da empresa. Considerando uma confecção de uniformes de pequeno porte, montada em área alugada de 50 m2, o investimento gira em torno de R$ 30 mil.

Por último, apesar de ser um segmento promissor, a confecção de uniformes apresenta concorrência acirrada e crescente. Portanto, o empreendedor deve estar antenado com as tendências do mercado, oferecendo produtos diferenciados e de qualidade superior. Também é interessante acompanhar “de perto” o que os concorrentes estão oferecendo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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