Compra de moeda estrangeira pode ser parcelada em até seis vezes no cartão

Edisio Pereira Neto., diretor da Europa Câmbio.

O sobe e desce do câmbio está forçando o turista brasileiro a planejar melhor como vai pagar as despesas das viagens internacionais. Não dá mais para antecipar apenas a compra de passagem, hospedagem e aluguel de carro. Além da volatilidade da moeda, a diferença de imposto entre comprar a moeda física e pagar no cartão acaba pesando no bolso. E nem todo mundo tem disponibilidade imediata de dinheiro.

Pensando nisso, a Europa Câmbio começou a oferecer a opção de parcelar a compra de moeda em espécie. O objetivo é permitir que um cliente faça a compra da moeda quando achar que a taxa está boa, dividir em até seis vezes, e travar seus gastos. A operação vale para as compras no cartão de crédito. Se feita na hora certa, o turista ainda ganha mais um prazo até o vencimento da fatura.

A operação tem custo, mas é mais barato comprar moeda em nossas lojas e dividir em seis vezes do que comprar em uma única vez com o cartão de crédito ou pré-pago no exterior”, explica Edisio Pereira Neto, diretor de negócios da Europa Câmbio. “A grande vantagem, na verdade, é eliminar o risco de chegar de viagem com uma conta salgada a pagar se houver um repique na taxa de câmbio”.

A oferta está disponível nas mais de 25 lojas físicas da Europa Câmbio distribuídas no Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal, Pernambuco, Paraíba e Alagoas. E no site da corretora, para entrega na grande São Paulo.

A Europa Câmbio é ligada à B&T Corretora, maior corretora de câmbio do país em volume de operações. Até novembro, os mais de 220 correspondentes cambiais da B&T Corretora, também vão oferecer o serviço. O Banco Central limita a R$ 10 mil por dia, por pessoa, a compra de moeda em espécie. Esse também é o limite de compra no cartão de crédito.

O executivo explica que pouca gente consegue ter dinheiro em conta para aproveitar os momentos de baixa da cotação. Aí compra menos do que gostaria, e na hora de viajar precisa recorrer ao cartão de crédito ou cartão de viagem internacional. O IOF (imposto sobre operação financeira) é de 1,1% na compra de dinheiro em espécie e 6,38% nas despesas com cartão. A cotação final da moeda só será sabida quando a fatura do cartão chegar, o que aumenta a incerteza.

Tem, ainda, os casos de quem faz compras no exterior. “No Brasil, estamos acostumados a comprar nas lojas e parcelar no cartão. Lá fora, não temos essa opção, então a pessoa acaba deixando de aproveitar os preços muito mais baixos dos produtos por não poder dividir”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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