Cultura Inglesa de Curitiba foi a que mais cresceu no Brasil

Consideradas umas das melhores escolas de inglês do Brasil, as Culturas Inglesas brasileiras, organizações independentes, reunidas em uma Associação, a Associação Brasileira das Culturas Inglesas, aumentaram em seu conjunto em 5% o número de alunos em 2018 em relação a 2017. Um ótimo resultado em relação ao mercado, que estagnou no mesmo período. A Cultura Inglesa de Curitiba ainda teve um desempenho maior do que as demais, crescendo 10%. Foi a Cultura Inglesa que mais cresceu pelo segundo ano consecutivo.
“Este crescimento ocorre pelo nosso posicionamento em definir que a qualidade do ensino é fundamental para quem quer ampliar seus conhecimentos. Nós também aumentamos a venda ativa e investimos em modernização das sedes e do ensino”, conta André Ruediger, Superintendente da Cultura Inglesa de Curitiba.
A língua inglesa é a mais falada mundialmente e a mais utilizada para negócios e em âmbitos políticos e diplomáticos. E este predomínio do idioma leva muita gente a buscar o aprendizado do inglês.
Este movimento cultural também se deve ao público, que enxerga que o inglês pode render melhores oportunidades de emprego. A pesquisa “Demandas de Aprendizagem de Inglês no Brasil”, do Instituto de Pesquisa Data Popular para o British Council, constatou que apenas 5,1% da população de 16 anos ou mais no país têm algum conhecimento do idioma. Destas, apenas 16% declararam que têm conhecimento de nível avançado.
Por um outro lado, a mesma pesquisa demonstrou que 9% dos brasileiros querem iniciar um curso de inglês e 91% dos executivos entrevistados afirmaram que a língua é o principal idioma dos negócios. É um universo muito grande de potenciais falantes de inglês.
A Cultura Inglesa de Curitiba, atenta a esta demanda, prioriza o ensino presencial, onde prevalece a interação com um grupo de pessoas do mesmo nível e aprimora o conhecimento dos alunos. “Esta pesquisa do British Council nos mostra que os brasileiros se preocupam com o currículo que possuem e de que forma vão melhorá-lo. 74% das pessoas que nunca estudaram têm muito interesse em aprender e de maneira presencial”, comenta Ruediger.
Estas pessoas são alunos em potencial e escolhem os cursos conforme a qualidade do que a escola oferece. A Cultura Inglesa, modernizada, conquistou mais alunos por proporcionar o que eles buscam. A metodologia tem mais horas de aula, mais exigência, ensina o inglês internacional, mas com ênfase no britânico e tem tecnologia dentro da sala de aula com eboards (lousas interativas).
“Quem busca aprender inglês quer exercícios que treinem escrita, leitura, fala e compreensão oral. Nós proporcionamos isto quando investimos na qualidade de ensino, com professores com certificação internacional, nos níveis C1 e C2 (os mais elevados) do Quadro Comum Europeu de Referência. A Cultura Inglesa de Curitba é Centro Aberto de Exames de Cambridge desde 1945, uma parceria com Cambridge Assessment English, da Universidade inglesa. Também somos Centro Aberto para os exames do IELTS, em parceria com o British Council, desse 2016, e aplicamos vários outros exames voltados para aferição do nível de proficiência na língua inglesa”, explica o Superintendente.
Aprender inglês é visto pela maioria como uma oportunidade de empregabilidade e, também, de crescimento social. “A busca por uma economia estável tem sido o grande vetor do desenvolvimento cultural na América Latina. Estamos levando o desenvolvimento ao campo, às industrias, aos locais mais distantes para que nossos filhos sejam capazes de produzir melhor, com mais eficiência. Falar inglês importa em compreender este novo mundo, entender o que acontece na economia mundial, como isso cria impactos regionais e favorecer o acompanhamento de um mundo muito dinâmico, que muda a cada seis meses”, finaliza André Ruediger.
Crédito da foto – Rodolfo Buhrer.








