Relógios usados possuem ótima aceitação no mercado de luxo em Miami

Relógios usados possuem ótima aceitação no mercado de luxo em Miami

Quem me conhece ou acompanha um pouco o meu trabalho, deve saber que tenho alguns gostos e hobbies, como por exemplo, colecionar óculos e relógios. Mas isso não é de agora. A minha relação com os óculos vem desde a infância, por ter uma hipersensibilidade a luz, desde pequeno tenho que usar esse acessório. Já o relógio, é uma herança de família, meu pai colecionava relógios e acabou passando essa paixão para mim.

Mas o que isso tem a ver com o que eu atuo profissionalmente? Bom, logo quando me mudei para Miami conheci o Erik Ku, um conhecedor e colecionador de relógios muito influenciador e conhecido por aqui. Durante as nossas conversar, acabei me interessando, levando esse assunto mais a sério e criei uma certa identidade e relação com esse artigo.

Até então eu nunca havia pensado em transformar esse hobbie em negócio. Mas nas minhas pesquisas, levantei que o mercado de artigos de luxo, em 2017, movimentou 8,9 bilhões de dólares só em Miami. Esse segmento tem um crescimento de 12,6% ao ano.

Mesmo antes dessa ideia, eu sempre acreditei nesse mercado e há alguns meses resolvi fazer uns testes. Primeiro, eu reservei um capital de investimento de US$40mil e fui em algumas lojas de penhores para comprar relógios e óculos elitizados por um preço mais em conta e segui o ciclo de compra e revenda, direta e indiretamente, para amigos e através deles. Todo o material, apesar de usado, estava em perfeito estado com garantia e tudo mais.

Essa ação trouxe um resultado muito maior do que eu tinha imaginado, financeiramente e de relacionamento porque eu conheci algumas pessoas, o que pode agregar outras oportunidades de negócios.

No primeiro mês, por conta da falta de experiência, confesso que não obtive um resultado muito interessante. Já no mês seguinte, o retorno foi mais positivo. Já no terceiro, um pouco melhor, até porque eu passei a achar os pontos que deveriam ser melhorados. A grande sacada é você ter a conta da compra e a conta da venda para fazer simplesmente essa intermediação que facilita muito.

Por exemplo, há um tempo comprei dois relógios que custaram em torno de 8 a 12 mil dólares, e naquela mesma época consegui o contato de um vendedor de uma loja de penhor. Passei a negociar diretamente com as pessoas, comprava a US$5,5 e vendia por US$8,5. Em cinco meses consegui transformar os 40 mil iniciais, em 62 mil dólares, ou seja, eu tive um lucro de 22 mil dólares.

Se você estiver pensando em criar um negócio nos EUA, quem sabe esse tipo de mercado não pode te oferecer um diferencial e ajudar você a se firmar? Acho que é algo legal para ser pensado e realizado, conforme suas vontades. É bom fazer um marketing bacana, criar uma rede de relacionamento, além de precisar saber comprar e vender.

Essa é uma empreitada que traz resultados a médio a longo prazo. E não é algo com que pretendo trabalhar fixamente, encarei mais como um teste, que no fim deu certo. Mas pode ser que para você seja um caminho brilhante!

O artigo foi escrito por Daniel Toledo, que é advogado especializado em Direito Internacional, consultor de negócios e sócio fundador da Loyalty Miami.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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