Chefes rigorosos: bons ou ruins?

Um dos maiores desafios para os gestores é fazer com que os colaboradores estejam engajados no trabalho, cumpram a rotina com um serviço de qualidade e sejam produtivos. Para conseguir uma cooperação maior das pessoas, as empresas precisam repensar as estratégias de gestão de suas equipes comerciais, entretanto, tudo deve ser construído e trabalhado em conjunto com todos os funcionários.
O primeiro passo deve ser dado na hora da contratação, na obra “A Incrível Ciência das Vendas”,
publicada pela Editora Leader, Luiz Gaziri, , consultor, professor de pós-graduação na PUC-PR, FAE Business School e ISAE/FGV, aponta que a performance das pessoas depende amplamente da estratégia utilizada pela empresa e, ao contratar gestores muito rigorosos acostumados a vigiar o tempo inteiro suas equipes e sem dar autonomia aos funcionários pode contribuir ainda mais para a falta de engajamento.
É notável que ninguém se sente motivado com um líder que não confia na sua honestidade ou
responsabilidade, podemos observar cada vez mais turnover e ausência dos trabalhadores, está na hora de estabelecer uma estratégia oposta à que vem sendo adotada para alcançar a solução almejada e assim fazer com que a empresa cresça.








