Diante da insegurança nas cidades faturamento das empresas de segurança eletrônica não para de crescer

Diante da insegurança nas cidades faturamento das empresas de segurança eletrônica não para de crescer

O Brasil ocupa hoje a 11ª posição entre os países mais inseguros do mundo. Se por um lado a falta de segurança significa custos para as pessoas e empresas, ao mesmo tempo os negócios no setor de segurança eletrônica não param de crescer.

Só no ano passado, o faturamento das empresas de segurança eletrônica aumentou 8% e passou dos 6 bilhões e meio de reais. Para 2019, a projeção dos negócios no setor é de um crescimento ainda maior, na casa de 10%, o que significa que mais proprietários de imóveis e de estabelecimentos comerciais vão investir em soluções baseadas principalmente em videomonitoramento, sistemas de alarme e portarias remotas.

Pesquisa Nacional sobre Segurança Eletrônica realizada pela SMG para a Associação Brasileira das Empresas de Sistema Eletrônicos de Segurança com indústrias, distribuidores e prestadores de serviço de todo o país traz números interessantes. Por exemplo, há hoje em todo o País, 815 mil imóveis com sistemas eletrônicos de segurança. Outro dado importante deste estudo é que só no ano passado, quase 70% dos prestadores de serviços atenderam projetos de segurança para residências. A busca por soluções de tecnologia está baseada na sensação e insegurança que assusta principalmente os centros urbanos. Só para se ter uma ideia, 40% das pessoas que instalaram equipamentos de segurança eletrônica em suas casas foram vítimas de violência.

O barateamento da tecnologia também tem democratizado o uso de equipamentos de segurança eletrônica. Até bem pouco tempo atrás, uma câmera com imagem em preto e branco custava R$ 800. Hoje já é possível instalar uma câmera de alta resolução por menos de R$ 300.

Atualmente, as câmeras IP e analógicas são os produtos mais vendidos pelo setor de segurança pública e patrimonial. Juntas, elas representam 66% das vendas no Brasil. E para 2019 novas soluções devem chegar ao consumidor final, uma vez que 95% das indústrias pretendem lançar novos produtos, o que deve aquecer ainda mais o bom momento do setor.

Para os próximos três anos o setor espera integrar cada vez mais soluções e oferecer serviços cada vez mais intuitivos. A aposta para o futuro gira em torno do uso de aplicativos de segurança em dispositivos móveis, plataformas na nuvem para integração de sistemas de hardware e software, automação residencial integrada ao sistema de alarme, e a participação maior da tecnologia da Internet das coisas (IoT).

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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