Quanto custa desenvolver um aplicativo?

Quanto custa desenvolver um aplicativo?

O universo mobile é um mercado em constante crescimento, sendo necessário mais do que um sistema responsivo para que seus clientes ampliem seus negócios. Entretanto, será que é possível avaliar quanto custa desenvolver um aplicativo e quais as dificuldades de fazer isso do zero e sem uma equipe especializada?

Ainda que os aplicativos tenham a capacidade de oferecer aos usuários uma experiência mobile incrível, seu custo de implementação ainda é elevado. Além disso, eles precisam de atualizações constantes, e esse procedimento não é barato. O fato é: a solução criada em casa pode não resolver seu problema por muito tempo.

Para aqueles que não sabem quanto custa desenvolver um aplicativo, seu preço depende das funcionalidades. Um aplicativo de celular de pequeno porte, por exemplo, consome de 150 a 500 horas para ser desenvolvido. E tem um custo aproximado entre R$ 25 mil e R$ 80 mil. Já os aplicativos mais complexos podem custar entre R$ 150 mil e R$ 300 mil. O Uber, por exemplo, teve um investimento inicial de US$ 500 mil.

Ou seja, não basta vontade, é preciso montar um projeto apresentando o público que se pretende alcançar, assim como quais as necessidades a serem atendidas. E, principalmente, que esse investimento traga uma resposta efetiva para o problema do cliente.

Outra razão é o tempo. Hoje é essencial que você entregue suas soluções o mais rápido possível, pois se você não fizer, a concorrência fará. Assim, desenvolver por conta própria pode levar meses até que se tenha algo pronto para usar, isso porque seriam necessários vários especialistas para chegar a um bom nível de experiência do usuário.

Vantagens de se contratar uma empresa especialista em mobile

Ainda que a criação de um aplicativo seja uma tarefa complicada, existem empresas, como a maringaense TecnoSpeed, conhecida como a “Casa do Desenvolvedor”, que são especializadas no desenvolvimento desse tipo de solução específica para ajudar desenvolvedores de software a alavancar aplicativos mobile, com opções personalizáveis de acordo com as necessidades dos clientes.

Ao contratar uma solução pronta, o desenvolvedor usa toda a experiência de uma equipe completa e especializada no desenvolvimento de aplicativos e se beneficia do aprendizado coletivo proporcionado por outros de nossos clientes, ou seja, quaisquer dificuldades que eles possam ter tido já chegam solucionadas.

Além disso, ao contratar a plataforma de uma empresa profissional como a TecnoSpeed, é possível cancelar sua assinatura a qualquer momento, isto é, o investimento será muito menor, isso porque as tecnologias mudam e no desenvolvimento em casa fica mais difícil e custoso acompanhar essas evoluções. Afinal, não há plataformas que não precisem de inovações, certo?

Outra vantagem de se integrar um aplicativo pronto ao invés de desenvolver um a partir do zero é que sobra muito mais tempo para que os desenvolvedores foquem nos seus negócios. Isso porque se o projeto do app não der certo, dificilmente será possível encontrar outro desenvolvedor que se disponibilize a tentar consertar. Pode ser muito custoso e trabalhoso continuar algo que já foi feito da maneira errada. Então, vale a pena começar com uma estratégia já testada por empresas como a TecnoSpeed e validada por centenas de clientes em todo o país.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *