Confira o que dá para comprar com Bitcoin no Brasil

Confira o que dá para comprar com Bitcoin no Brasil

O dia 22 de maio é especial para o mundo da tecnologia: nesta data, em 2010, foi realizada a primeira troca direta de criptomoedas por um produto físico. O marco histórico, que deu origem ao “Bitcoin Pizza Day”, ocorreu nos Estados Unidos quando o programador Laszlo Hanyecz adquiriu duas pizzas por 10 mil Bitcoins — o que equivaleria, hoje, a aproximadamente R$ 319 milhões. Para comemorar a data, o Grupo Bitcoin Banco fechou uma parceria com pizzarias de Curitiba e São Paulo. Três mil pizzas serão entregues em caixas especiais em comemoração ao dia mais famoso do mundo das criptomoedas.

“O Bitcoin Pizza Day é uma data importante porque conseguimos ver a evolução da criptomoeda e do mercado como um todo. Os valores movimentados com Bitcoin aumentaram muito e diversas iniciativas surgiram, como o lançamento da primeira loja física de criptomoedas do Brasil, o Bitcoin Banco, com unidades em Curitiba e São Paulo”, comenta Heloísa Ceni, vice-presidente da CLO Investimentos, controladora do Grupo Bitcoin Banco.

A temática da festa mensal realizada para os funcionários do Grupo Bitcoin Banco não poderia ser outra: no dia 22, será dia de pizza na sede curitibana do grupo, que é proprietário das duas maiores corretoras de criptomoedas do Brasil, NegocieCoins e TemBTC.

Transações além de pizza

Hanyecz foi pioneiro em um mundo que apenas recentemente começou a aceitar as criptomoedas como meio de pagamento de maneira extensiva. Em 2010, certamente poucos teriam a sorte de conseguir comprar uma pizza com Bitcoin, mas hoje é possível utilizar a criptomoeda para negociar milhares de bens e serviços.

“Novos meios de pagamento têm sido aceitos com muito menos resistência nos dias atuais do que o cartão de crédito foi no século passado. E, por conta de sua tecnologia e segurança, o Bitcoin tem predicados de sobra para assumir o posto de meio de pagamento mais utilizado um dia”, avalia Adriano Gomes, economista e supervisor de marketing do Grupo Bitcoin Banco.

Confira algumas das opções de estabelecimentos que aceitam Bitcoin no Brasil:

Camisetas, canecas e artigos para pets

Na Get4Bit, e-commerce do Grupo Bitcoin Banco, é possível obter itens como camisetas, canecas e artigos para pets com Bitcoins.

Passagens aéreas

Você pode viajar pelo mundo utilizando seus Bitcoins. Existem sites de venda de passagens aéreas que aceitam a criptomoeda como forma de pagamento, como o Destinia, o BTCtrip e o CheapAir.

Amazon

Que tal utilizar seus Bitcoins para garantir itens da Amazon e ainda conseguir descontos de até 30% por isso? Você pode utilizar a ferramenta por meio do site Purse.io.

Doações

A ONG global Save the Children, que trabalha pelos direitos das crianças, aceita doações em Bitcoins.

Mapa interativo

No mapa interativo CoinMap, é possível conferir milhares de estabelecimentos que já trabalham com meios de pagamento descentralizados ao redor do mundo. Em Curitiba, há opções como loja de vinho, despachante e até ateliê de costura que aceitam criptomoedas.

A explosão dos Bitcoins no Brasil

Quando Hanyecz comprou as pizzas, há nove anos, uma unidade do Bitcoin era equivalente a US$ 0,0041. Ele provavelmente nem sonhava que as pizzas que custaram o equivalente a US$ 41 na época valeriam mais de US$ 80,1 milhões em 2019. A disparada do preço do Bitcoin surpreendeu o mercado financeiro. Neste mês de maio, a moeda virtual bateu recorde de valorização, superando a marca de US$ 8 mil.

Desde abril de 2019, o Brasil lidera o ranking mundial de volume de negociação entre Bitcoins e reais, de acordo com dados do Coin Market Cap. Mais de 90% de toda a negociação de Bitcoins no país é realizada pela exchange brasileira NegocieCoins, que pertence ao Grupo Bitcoin Banco. Apenas em 24 horas, entre os dias 14 e 15 de maio, o volume bateu a marca de mais de US$2,4 bilhões (cerca de R$ 9,5 bilhões).

O volume de negociação da corretora disparou desde a implantação da plataforma de segurança FortKnox, que permite a transferência de fundos em reais diretamente entre as exchanges do Grupo Bitcoin Banco, sem depender do sistema bancário tradicional. Isso propiciou a realização de operações 24 horas por dia e sem o pagamento de TED, a taxa de transferência bancária. A possibilidade, que surgiu de forma inédita no Brasil, atraiu novos investidores e traders para as exchanges: diariamente, cerca de 600 pessoas se cadastram nas corretoras do grupo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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