Digitalização Humanizada: qual será o papel do ser humano na virada da década?

Digitalização Humanizada: qual será o papel do ser humano na virada da década?

Você provavelmente não se lembra como era sua vida antes dos smartphones cheios de aplicativos, notebooks, assistentes virtuais e outros itens tecnológicos. Em empresas, isso não é diferente. O alto investimento em tecnologia é uma realidade, tendo em vista que a transformação digital não é mais opcional, mas inerente à sobrevivência das empresas e dos profissionais no mercado de negócios.

A digitalização das empresas começou a se intensificar na década de 2010 e, a partir de 2020, esse processo deve se tornar ainda mais cotidiano e, em última análise, indispensável para empresas de todos os portes. Sendo assim, entender o papel do ser humano nesse cenário se faz cada vez mais urgente.

Partindo do princípio de que a tecnologia por si só não é suficiente para sustentar a transformação digital, o Garage Criativa, laboratório de inovação que tem ajudado empresas de diferentes segmentos em suas jornadas de transformação digital, atua com a capacitação de profissionais para que estes possam se adequar ao ambiente tech de trabalho.

Esse processo de desenvolvimento envolve a colaboração entre seres humanos e equipamentos tecnológicos – e não a competição. Dessa forma, é necessário que os colaboradores das empresas tenham um mindset digital, uma mentalidade voltada a adequação às mudanças e aos novos desafios de mercado. De nada adianta instituir um fluxo de trabalho digital se a equipe não aderir a ele e não conseguir desfrutar dos ganhos de eficiência e produtividade promovidos pela tecnologia.

O planejamento é uma etapa importante da digitalização das empresas. É necessário fazê-lo em aspectos de contratação, financeiro, comunicação e em todas as áreas das organizações. A tolerância ao erro e a flexibilidade também são fatores determinantes para o sucesso do procedimento.

Transformação digital em números

Um estudo feito pela Zebra Technologies Corporation, empresa de soluções digitais, demonstra que o investimento em tecnologia é alta prioridade em 55% das organizações brasileiras. Outras 41% estão cada vez mais interessadas no assunto. O site Internet World Status complementa a informação ao apontar que o Brasil é o 5º país do mundo em termos de conexão ao mundo virtual, tanto na esfera corporativa quanto na pessoal.

A mudança de cultura das instituições é essencial para a implantação eficaz de novas tecnologias e para identificar quais tecnologias já implantadas ainda são pertinentes. “Selecionar as tecnologias mais adequadas ao ambiente de trabalho em que o profissional está inserido é uma das razões pelas quais a pessoa humana é tida como o centro da transformação digital.”, comenta Marco Antonio Silva, cofundador do Garage Criativa.

Quais os benefícios para a economia brasileira e para as empresas?

Um levantamento da TNS Research indica que empresas que destinam recursos a inteligência de dados, mobilidade e Big Data tendem a aumentar suas receitas até 53% a mais do que as que não fazem. Dessa forma, é evidente que a transformação digital também tem impacto positivo nas empresas que a adotam e na economia brasileira, como um todo.

Investir em tecnologia e transformação digital também sustenta o crescimento da produtividade, melhoria da comunicação, dados mais seguros, redução dos custos e facilitação dos processos internos. De acordo com Tiago Santos, fundador da Husky – fintech que se encarrega de tarefas burocráticas para que PJs possam se concentrar em suas carreiras -, “uma série de tarefas que são feitas hoje sem a presença de um escritório físico só são possíveis com a tecnologia. Trabalhar de home office é um exemplo delas”,

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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