Cripto ativos se apresentam como alternativa para investidores que buscam rentabilidade

Cripto ativos se apresentam como alternativa para investidores que buscam rentabilidade
Seguindo uma tendência mundial de juros baixos, o Copom (Comitê de Política Monetária) anunciou novo corte na taxa Selic. Com a redução de 0,5%, o Brasil passa a ter juros negativos, já que taxa básica é menor do que a inflação, 4% ao ano.
 
É interessante observar que o corte da Selic corrige para baixo o rendimento da renda fixa, já que a Poupança, Tesouro Direto, CDBs, entre outro estão atrelados a taxa básica de juros. Nesse cenário, o mercado de cripto ativos se apresenta como uma alternativa interessante para os investidores que desejam maior rentabilidade.

Faz praticamente um mês que estamos acompanhando as bolsas de valores pelo mundo todo despencarem em função da pandemia do coronavírus. As especulações da crise já afetaram diretamente os mercados do turismo, do comércio e a demanda por petróleo. No Brasil, pela primeira vez na história, a Bolsa de Valores de São Paulo acionou circuit break seis vezes dentro de um período de 10 dias.

A instabilidade também atingiu o mercado de cripto ativos. No dia 13 de março o Bitcoin, moeda mais conhecida é a primeira em capitalização de mercado, chegou a ser negociado a ﹩4.000 dólares e muitas outras moedas digitais perderam valor.
 
No entanto, diferente de outros mercados financeiros, já é possível observar a recuperação das principais criptomoedas, que essa semana, entre os dias 16 e 20 de março voltaram a subir. Nos últimos dias, o Bitcoin já está sendo negociado acima de ﹩6.000 dólares.

“Isto mostra uma solidez do mercado de ativos digitais e sobretudo, uma mudança no comportamento dos investidores, que estão esperando uma forte retomada de valoração nesse tipo de investimento”, afirma Roberto Cardassi, CEO da BlueBenx, plataforma internacional de cripto ativos e security tokens.

Um dos fatores que contribuem para a alta das criptomoedas, apesar da pandemia, é o ápice dos infectados na China, um dos países que mais utilizam os ativos digitais. O país está diante da diminuição de casos e da possibilidade da vacina, fatores que influenciam os investidores voltarem a ter confiança.
 
As criptomoedas são ativos globais e o efeito da pandemia do coronavírus acontece nos mercados locais. Ou seja, a influência que cada mercado sofre com os efeitos da doença é maior ou menor de acordo com a expansão e contenção do vírus. Enquanto o Brasil está vivendo o início dos surtos, a China já controlou a doença, trazendo maior estabilidade para as negociações de ativos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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