PwC e Unicef unem forças na qualificação digital de jovens para o mercado de trabalho

PwC e Unicef unem forças na qualificação digital de jovens para o mercado de trabalho
Liderança (22%), pensamento analítico e inovação (19%), processamento de informações e dados (16%). Segundo uma pesquisa realizada pelo Unicef, essas são as principais habilidades que os jovens desejam ter para ajudá-los a conseguir emprego na próxima década.
 
Os dados, coletados com cerca de 40 mil jovens por todo o mundo, impulsionaram a formação de uma parceria entre a PwC e o Unicef que estão unindo forças para ajudar a capacitar esses jovens para o desenvolvimento das habilidades desejadas e necessárias para o trabalho no futuro.

A parceria entre a PwC e o Unicef apoiará a Plataforma de Revolução de Requalificação do Fórum Econômico Mundial, da qual ambos são fundadores e que – reunindo órgãos públicos, privados e a sociedade civil – visa proporcionar melhores oportunidades de empregos e educação para as pessoas.
 
Através da parceria multisetorial Generation Unlimited, a PwC e o Unicef vão ajudar 1,8 bilhão de jovens na transição da escola para o trabalho até 2030.

Solução do problema
 
“A qualificação das pessoas para a economia digital é urgente e essencial para lidarmos com os atuais e futuros desafios do mercado de trabalho. O objetivo da PwC é fomentar a discussão e contribuir para a solução desse problema crítico, alcançando o maior número possível de pessoas com o objetivo de garantir empregos e evitar o aumento das desigualdades de oportunidades e de renda”, afirma o líder de Clientes e Mercados da PwC Brasil, Fábio Cajazeira.

Para Leandro Ardito, sócio da PwC Brasil e líder de Responsabilidade Corporativa, “o mercado hoje – e muito mais em alguns anos – exige profissionais mais habilitados ao uso da tecnologia e que, ao mesmo tempo, possam usar sua capacidade de análise e trabalhar de modo integrado. Entretanto, a tecnologia vem avançando mais rápido do que o ensino, o que faz com que o jovem chegue ao mercado de trabalho já em desvantagem. É esse cenário que pretendemos contribuir para mudar. As duas frentes precisam caminhar juntas”.

Gap digital

As constatações que impulsionaram a colaboração entre PwC e UNICEF surgiram a partir de uma pesquisa on-line realizada em mais de 150 países. As respostas revelaram que muitos jovens percebem que sua educação atual não os prepara com as habilidades necessárias para conseguir emprego.
 
Um terço (31%) dos jovens participantes, que responderam por meio da plataforma U-Report do Unicef, dizem que as habilidades e os programas de treinamento oferecidos a eles não correspondem às suas aspirações profissionais, enquanto mais de um terço dos entrevistados (39%) dizem que os empregos que procuram não estão disponíveis em suas comunidades. Além disso, uma pesquisa global da PwC descobriu que 74% dos CEOs do mundo todo afirmaram estar preocupados em encontrar as habilidades adequadas para a expansão de seus negócios.

“Os jovens desejam desenvolver habilidades digitais para serem bem-sucedidos no mercado de trabalho do futuro”, diz a diretora executiva do Unicef, Henrietta Fore. “Essa necessidade crucial só pode ser atendida por meio da contribuição de parceiros públicos e privados em todo o mundo. É por isso que estamos trabalhando com parceiros como a PwC para oferecer oportunidades de crescimento pessoal e prosperidade para jovens de todos os lugares.”

Todos os meses, 10 milhões de jovens chegam à idade ativa, a maioria deles provenientes de países de baixa e média renda. De acordo com uma pesquisa global, os jovens nesses países levam em média cerca de um ano e meio para entrar no mercado de trabalho, e impressionantes quatro anos e meio para encontrar seu primeiro emprego decente. Essa situação pode se deteriorar ainda mais se não for devidamente tratada, com 20-40% dos empregos atualmente ocupados por jovens de 16 a 24 anos sendo avaliados como em risco de serem substituídos pela automação em meados da década de 2030.

“Acreditamos que as empresas e suas lideranças têm a responsabilidade de contribuir para solucionar o gap de qualificação digital dos cidadãos, inclusive atuando nas comunidades em que atuam”, afirma Cajazeira

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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