Indústria de rações vai investir R$ 14,6 milhões em fábrica no Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Adimax Indústria e Comércio de Alimentos, Adir Comunello, anunciaram nesta quarta-feira (27), no Palácio Iguaçu, um novo empreendimento no Paraná. A indústria de fabricação e distribuição de alimentos para cães e gatos vai investir R$ 14,6 milhões na abertura de uma planta em Mandirituba, na Região Metropolitana de Curitiba.
O cronograma prevê que a empresa comece a funcionar até o fim de 2021. A estimativa inicial é que possa abrir 100 novos postos de trabalho, entre empregos diretos e indiretos.
O empreendimento foi enquadrado no programa de incentivo fiscal para atração de investimentos ao Estado, que prevê medidas como dilação de prazos para recolhimento do ICMS, incentivos para melhoria da infraestrutura, comércio exterior, desburocratização e capacitação profissional.
“Mesmo neste momento muito difícil, com essa pandemia que assola o mundo todo, aqui no Paraná estamos trabalhando e olhando para o futuro. Hoje consolidamos a chegada no Estado de mais uma grande empresa, uma das maiores fabricantes de rações da América do Sul, que vai gerar emprego e renda em Mandirituba”, afirmou Ratinho Junior.
O governador destacou que o investimento por parte da Adimax vai colaborar no processo de retomada econômica do Estado no pós-Covid. “Fortalece a economia paranaense e melhora vida das famílias diretamente. É mais um cartão de visitas que o Paraná ganha para atrair novos investimentos”, ressaltou.
Quinta planta
O presidente da Adimax, Adir Comunello explicou que a planta paranaense será a quinta da indústria no País, a primeira da Região Sul. A fábrica de Mandirituba, explicou, será responsável por abastecer os mercados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“Recebemos toda a atenção e suporte do Governo do Estado em relação a incentivos e infraestrutura. Estamos nos sentindo muito bem acolhidos. Pretendemos ajudar a trazer mais empresas para a cadeia, terceiros que estão atrás do nosso negócio, como, por exemplo, para o setor logístico”, comentou o empresário.
Empregos
Ele destacou, também, que a indústria vai priorizar a contratação de mão de obra local. A intenção, ressaltou, é que o número de empregos possa chegar na casa dos 300 postos dependendo da resposta do mercado e de futuras ampliações na sede local. “Na medida em que a marca for crescendo, ampliaremos também nossos quadros”, disse.
De acordo com Comunello, a previsão é de que a unidade paranaense se transforme no segundo polo produtivo do grupo em volume e faturamento, atrás apenas da matriz, instalada no interior de São Paulo.








