Vaquinhas virtuais criadas com a Covid-19 arrecadam mais de R$ 15 milhões

Vaquinhas virtuais criadas com a Covid-19  arrecadam mais de R$ 15 milhões
Desde o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, a solidariedade tem ficado cada vez mais em evidência. Diante do isolamento social, campanhas de arrecadação online se tornaram o principal meio de ajudar as pessoas. O Vakinha, por exemplo, primeiro e o maior site de vaquinhas online do Brasil, viu o número de arrecadação em campanhas criadas a partir do coronavírus chegar ao valor total de mais de R﹩ 15 milhões. Além disso, mais de 250 mil vaquinhas foram abertas desde fevereiro deste ano, o que mostra que é um movimento que veio para ficar.

Para dar ainda mais visibilidade à causas neste sentido, o site disponibilizou uma página específica de campanhas relacionadas aos efeitos da Covid-19 na sociedade, que vão de fundo emergencial para fins de alimentação e saúde, produção de respiradores, proteção à comunidades e pessoas carentes, até o auxílio a profissionais e pequenos empresários que precisam de apoio financeiro para continuarem os seus negócios. O crescimento do número de campanhas publicadas com viés solidário no site foi de 30 a 40% e os valores movimentados ultrapassam 300 mil doações por mês, com a pandemia.

“O número de campanhas criadas mensalmente já era alto. Com o início da pandemia e o isolamento social vimos isso disparar e é ótimo sentir que as pessoas estão cada vez mais empáticas e solidárias às mais diversas causas da sociedade. Queremos sempre ser o site em que toda a ajuda começa. Ver o impacto que tudo isso gera na vida das pessoas nos dá ainda mais motivação para continuarmos envolvidos em tantas das causas mais importantes do Brasil’, afirma Luiz Felipe Gheller, CEO da empresa.

Campanhas de arrecadação como saúde, comoções nacionais, animais, educação, esporte, entre outras causas pessoais já chamavam a atenção. Com este efeito, o Vakinha chegou recentemente ao marco de 1 milhão de vaquinhas abertas, contabilizando 2 mil novas campanhas por dia.

O processo no Vakinha acontece de forma muito simples: o usuário acessa a plataforma, faz um rápido cadastro e abre sua vaquinha, inserindo informações e a causa a ser contemplada, meta, data de encerramento e uma imagem ilustrativa. A partir disso, o dono da campanha a compartilha com a sua rede, e, na medida em que recebe contribuições, o Vakinha debita do valor arrecadado com uma taxa fixa de 6,4%. A partir do recebimento da doação, o valor total fica disponível para saque, que é transferido das contas do Vakinha para a conta direta do usuário. As taxas e prazos são iguais para todas as vaquinhas.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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