Easynvest estreia no crédito com empréstimos a partir de R$ 1 mil

A Easynvest, maior corretora independente do país, passará a oferecer crédito a seus clientes a partir do Easycred, serviço totalmente digital e que marca a estreia da empresa no segmento. Com empréstimos a partir de R$ 1 mil, taxas de 1,5% e prazo de pagamento de até 36 meses, o objetivo é popularizar a concessão de recursos que tenham investimentos como garantia.
“Proporcionamos aos nossos clientes taxas mais atrativas, a preço de crédito consignado, com o foco em substituir um crédito caro, como rotativo de cartão e cheque especial, por uma alternativa mais barata”, diz Ramon Martinez Neto, head de crédito da Easynvest.
Desde de agosto, a funcionalidade vem sendo oferecida a 10 mil clientes, em ambiente de teste. Do volume de R$ 410 mil em empréstimos efetuados até momento, 46% foram de até R$ 2 mil — o que reforça a procura por pequenos volumes de dinheiro para a resolução de problemas emergenciais.
“Nosso diferencial é a inclusão. Miramos um público amplo e que, não raro, recorre a pequenos valores para pagar contas, quitar dívidas, etc., mas que acaba pagando muito caro por este crédito”, justifica Neto.
O serviço foi viabilizado graças à parceria com a plataforma de crédito Captalys. “Trabalhamos para que nossos parceiros possam ter produtos de crédito diferenciados que melhor atendam as necessidades dos seus clientes”, disse Margot Greenman, CEO da Captalys.
Segundo pesquisa interna da Easynvest, entre os mais de 1,5 milhão de clientes, 20% têm crédito tomado no mercado. Deste montante, 40% — ou 8% sobre a base geral — possuem créditos considerados caros, como rotativo do cartão de crédito ou cheque especial. “É um volume significativo e que indica um potencial de crescimento enorme, a partir de alternativas mais baratas que muitas vezes não chegam a este público”, diz Neto.
O projeto foi desenvolvido antes do anúncio da aquisição da corretora pelo Nubank e já está disponível aos clientes da Easynvest. A expectativa é de que o serviço ganhe robustez após a provável aprovação da compra pelos órgãos reguladores — Banco Central e Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).








