Saiba como escolher o melhor meio de pagamento para a sua loja no comércio eletrônico

Saiba como escolher o melhor meio de pagamento para a sua loja no comércio eletrônico
O e-commerce foi um dos setores protagonistas para a manutenção da economia nos meses mais críticos da pandemia. Segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o comércio eletrônico que já era uma tendência mundial, resultou na abertura de uma nova loja virtual por minuto, ou seja, entre março e abril, 107 mil e-commerces foram criados para venda de produtos no Brasil. O banco Goldman Sachs estima ainda que o e-commerce brasileiro tenha um faturamento de R$ 140 milhões em 2020 e de R$ 215 milhões em 2022 – o que representaria quase 15% do varejo do país.

Dado o cenário, projetos de digitalização que estavam no papel, aguardando o melhor momento ou respiro no caixa, ganharam prioridade. A iugu, fintech de gestão e automação financeira para empresas, acompanhou de perto esse movimento e chama atenção para algumas funcionalidades que podem melhorar o processo de cobrança, recebimento e pagamento das lojas virtuais – a fintech está presente em mais de sete plataformas de e-commerce como meio de pagamento online.

Nesse momento de urgência para colocar a loja no ar, é comum as pessoas terem dúvidas sobre qual sistema escolher. “Não importa o tamanho do faturamento da empresa, é necessário que o microempreendedor entenda a dinâmica, a segurança da operação e a importância do planejamento financeiro para melhor desempenho do negócio”, diz Romulo Pereira, diretor de produtos da iugu. “No caso da iugu, somos responsáveis pela compensação de cartões de crédito, débito, boletos bancários, Pix e assim por diante. Não importa como o consumidor final pagar, o valor faturado estará disponível na conta iugu da loja”, explica.

Ao abrir a loja e-commerce nas plataformas ZionLabs, Irroba, Iset, Vtex, FastCommerce, E-Braun e Magento, o lojista tem a opção de definir a iugu como o sistema oficial de pagamentos do seu e-commerce – a fintech está totalmente integrada, o que torna o início da operação fácil e ágil. É uma forma de tirar a carga operacional da empresa, automatizar os processos de maneira simples e evitar falhas humanas. Emissão de boleto, controle de recebimentos e divisão de pagamentos (split), assinaturas (recorrência) são algumas das possibilidades. Além disso, a iugu possui uma API (Interface de Programação de Aplicação) de fácil integração com qualquer plataforma.

Conheça as principais vantagens

O sistema mais conhecido não é necessariamente melhor. Ficou com dúvida? O suporte técnico está disponível de segunda à sexta, das 9h00 às 17h00, para dar a atenção necessária ao usuário, ou seja, sem filas de espera ou demora no atendimento dos chamados.

Entrada do dinheiro. A iugu disponibiliza um quadro (de fácil entendimento) para identificar os boletos recebidos e os pagamentos que estão pendentes na loja. No caso dos boletos atrasados, o lojista consegue reprogramar o envio da segunda via, determinar as datas de cobrança – todas as funções podem ser adaptadas à necessidade específica de cada lojista.

Segurança. A fintech se compromete a sempre buscar o mais alto padrão de segurança no que diz respeito à pagamentos e dados.

A iugu foi fundada em 2012, é responsável pela gestão de mais de 50 mil contas ativas, em diferentes áreas como desenvolvedores de software, clubes de assinatura, escolas, empresas de contabilidade, academia, e-commerces e ERPs. Em 2020, a empresa levantou R﹩ 120 milhões de investimento com o Grupo Goldman Sachs e recebeu a licença do Banco Central para operar no Brasil como Instituição de Pagamentos regulamentada.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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