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5 tendências no mercado de alimentação para ficar de olho em 2021

O setor de alimentação vem enfrentando mudanças no padrão de consumo e comportamento do público. Segundo pesquisa realizada pela Food Consulting em parceria com o Sebrae, 20% das empresas de alimentos fechou definitivamente e 30% corre riscos de não resistir à crise econômica. De acordo com os dados levantados, alguns motivos que já ocorriam antes da pandemia mundial e foram intensificados durante a quarentena e causaram prejuízos, como baixo faturamento e despreparo para gestão de crise.

Para Ana Paula Coelho, CEO da Monte Carlo Alimentos, distribuidora com 26 anos de mercado focada em pequenos negócios do setor food service, a pandemia afetou toda a cadeia de Alimentação Fora do Lar (AFL). “O empreendedor está buscando alternativas que chamem a atenção dos clientes para os seus comércios, com o objetivo de reerguer as finanças e atrair novos clientes”, afirma.

Pensando nisso, a especialista separou 6 tipos de negócios que têm chamado a atenção no mercado food service:

1. Dark kitchens

As chamadas dark kitchens (cozinhas obscuras, em tradução livre), são cozinhas instaladas com estruturas para atender apenas pedidos de delivery. O estilo está em alta, as vantagens neste tipo de negócio estão na não necessidade de uma fachada nem estrutura de salão, economia com mão de obra de atendimento, além dos aluguéis mais baratos do que pontos comerciais sofisticados como ruas de comércio e shoppings.

2 – Grab and Go

O sistema de Grab and Go, tendência nos Estados Unidos, para café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches, pode ser um ótimo investimento que consiste no oferecimento de refeições prontas, balanceadas, embaladas e dispostas em um ambiente onde o cliente pode simplesmente pegar o que quer, pagar e sair. Com a flexibilização da quarentena, muitas pessoas que precisam sair de casa, procuram passar o menor tempo possível em estabelecimentos. Por isso, oferecer esse tipo de refeição em embalagens para viagem é uma ótima opção.

3. Marmitaria gourmet

Seguindo a linha da praticidade, negócios que comercializem refeições prontas como marmitas, são uma boa aposta para os próximos meses. Além de ser muito rápido, também proporciona economia ao consumidor, o que promete ser crucial para os clientes no período de crise. Além disso, é uma opção para aqueles que seguem na rotina home office e buscam qualidade e rapidez durante as entregas.

4. Food trucks

Food trucks são uma ótima opção, pois geralmente se localizam em praças ou parques, locais abertos que permitem um maior distanciamento entre os clientes. Nesse tipo de negócio, o ideal é se especializar e algum tipo de comida, dessa forma é possível administrar melhor o espaço. Além disso, as chances de se destacar nas vendas de um tipo de alimento também é maior.

5. Alimentação vegetariana/vegana

Segundo pesquisa da Sociedade Brasileira Vegetariana, o Brasil contabiliza hoje 30 milhões de vegetarianos e 7 milhões de veganos. Atingir esse público tem sido uma necessidade de bares, lanchonetes e restaurantes, que visam grande lucro com a demanda vindo dessa parcela da população.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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