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Quatro motivos para apostar na revenda de lingerie em 2021

O ano passado exigiu adaptações e mudanças em todos os níveis. Na vida profissional, trabalhadores tiveram que se reinventar, seja para manter a rotina de trabalho durante o home office ou no caminho em busca de renda extra durante a crise econômica. Nesse contexto, a revenda de lingerie apresentou-se como uma alternativa chamativa, uma vez que possibilita o ganho de dinheiro mais rápido, de forma prática. 

Em 2021, a atividade continua forte. Isso porque a compra de lingerie em atacado para venda além de ser uma maneira estratégica para aumentar a renda familiar, também apresenta vantagens para quem precisa se iniciar na atividade ainda em contexto de pandemia.

É possível investir em calcinha e sutiã para revenda sem sair de casa, por meio das redes sociais, o que, além de encaixar a profissão no dia a dia, também permite que a revendedora respeite o isolamento social. Dessa forma, existem muitos motivos para apostar na atividade durante o ano que se inicia. 

Renda extra em tempos de crise

A revenda de lingerie é uma forma de conseguir renda extra em pouco tempo. Em meio à instabilidade econômica e às crises financeira e de saúde, isso se torna ainda mais importante para muitas famílias durante 2021.

Além do aumento do desemprego, a pandemia atacou diversos grupos familiares que se viram com grandes gastos com remédios e internações ou, ainda, com provedores adoecidos, sem conseguir trabalhar normalmente. Dessa forma, a área pode apresentar opções interessantes, podendo se tornar a base familiar ou apenas um complemento de renda. 

Vendas sem sair de casa

Sem vacinação iniciada no Brasil, a quarentena e o isolamento social continuam como formas principais para driblar a pandemia. Por isso, pensar em maneiras de conseguir dinheiro sem sair de casa se tornou ainda mais importante, já que a circulação de pessoas em espaços públicos continuará reduzida. 

A revenda de lingerie é uma opção que possibilita a junção de renda extra e trabalho remoto. A profissional pode optar por expor as peças em redes sociais ou e-commercers, receber o pagamento por transferência e realizar a entrega por correio.

Controle do próprio horário

Outra vantagem própria da revenda é que a profissional pode montar seu próprio horário de trabalho. Isso, além de permitir que a pessoa consiga conciliar a atividade com outro emprego, também oferece liberdade e diversas possibilidades. 

Uma mãe solo pode ter dificuldade em achar tempo para conseguir renda extra, uma vez que possui outras responsabilidades já estabelecidas. A revenda pode entrar como uma segunda profissão, com dias e horários específicos para a montagem do estoque, atendimento aos clientes e para envio da mercadoria. Dessa forma, a revendedora poderá se organizar como preferir e trabalhar quando tiver disponibilidade.

Baixo investimento inicial 

Iniciar uma nova atividade é um grande passo, principalmente em um momento de crise econômica. Nesse sentido, a revenda também é uma opção estratégica, uma vez que exige baixo investimento inicial. 

Caso a pessoa prefira, pode começar a trabalhar na área com um estoque menor e, aos poucos, com mais confiança, ir expandindo seu negócio. Existem diversas opções para adquirir lingeries em atacado, com preços acessíveis. A dica é priorizar fornecedores confiáveis e peças de qualidade que tenham boa saída.

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Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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