Pesquisa destaca 5 principais vantagens do trabalho remoto um ano depois da pandemia

Pesquisa destaca 5 principais vantagens do trabalho remoto um ano depois da pandemia
Em tempos de pandemia, a expectativa da maioria da população é ser vacinada para, de forma segura, poder retomar as atividades, ter contato presencial com a família e amigos, e voltar à rotina de trabalho, certo?

Quase certo! Segundo dados do relatório anual da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina, 94,2% dos profissionais com carteira registrada não estão querendo voltar ao modelo de trabalho antigo. Eles afirmaram que preferem continuar em home office mesmo depois que a ameaça do coronavírus passar, sem dúvidas, motivados pela excelente ou muito boa produtividade que 81,9% deles disseram ter sentido ao trabalhar de casa.
 
E os gestores também parecem ter gostado do resultado. 63,2% relataram ter notado um aumento na produtividade dos funcionários, ou a mesma performance de quando estavam no escritório. Tanto que 84,2% dos líderes pretendem promover o trabalho remoto no pós-pandemia.

Satisfação

Para Daniel Schwebel, country manager da Workana no Brasil, os colaboradores estão valorizando mais essa nova rotina que lhes permite passar mais tempo com a família, e se dedicar a atividades pessoais – sem deixar de lado o trabalho. “Eles têm se sentido cada vez mais satisfeitos com essa autonomia e possibilidade de gerir o próprio tempo. E, na mesma proporção que aumenta essa satisfação, a produtividade tende a subir também”, afirma.

Com base em dados do relatório anual da Workana, Schwebel destaca as 5 principais vantagens do trabalho remoto segundo os CLTs:

• Não há necessidade de se locomover até o escritório e desprender horas no trajeto. Para 32% dos profissionais, essa economia de tempo aparece no topo da lista de benefícios que o home office traz;

• Fica mais fácil chegar a um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, pelo menos foi isso que 24,6% mencionaram como principal vantagem;

• A gestão de tempo, que na maioria das vezes fica por conta dos próprios colaboradores, ocorre de uma maneira melhor, correspondendo às particularidades de cada um. 17,2% dos CLTs veem essa melhor gestão de tempo como principal vantagem do trabalho remoto;

• Já o maior nível de produtividade é o ponto mais levado em conta por 16,4% dos profissionais quando o assunto é home office;

• E para 4,1% dos funcionários de empresas, a satisfação que sentem no trabalho à distância é a principal vantagem desse modelo de trabalho.

Só o tempo economizado no traslado até o escritório possibilitou que esses profissionais se dedicassem mais aos estudos, e cuidassem mais da saúde, como podemos ver no gráfico abaixo:
E entre os freelancers, os benefícios mais valorizados são bem parecidos com os pontos mencionados pelos que trabalham com carteira assinada:
Não à toa, para 96,7% dos profissionais, o benefício do home office será um fator determinante para aceitar uma vaga de emprego daqui pra frente. “O mundo do trabalho está em constante transformação, e o trabalho remoto – com suas inúmeras vantagens – veio para ficar. As empresas que querem atrair e reter talentos precisam se atentar a essas novas necessidades que surgiram, e se adaptar o quanto antes”, conclui o country manager da Workana no Brasil.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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