Estudo revela novo perfil de consumidor: geração comida

Unidos por valores e demograficamente diversificados, a Geração Comida é um consumidor de alimentos engajado e informado. Dados de comportamento sobre como estão se alimentado, preferências e mudanças em seus hábitos foram identificados no estudo “Geração Comida e a ascensão do novo perfil de consumidor gastronômico”, produzido pela área de pesquisas da FleishmanHillard, True Global Intelligence.

A pesquisa realizada online com 2.100 consumidores de 16 a 74 anos, com divisões representativas em idade, gênero, região e etnia, identificou que 64% permanecem atentos às suas escolhas alimentares. Comparado ao mesmo estudo realizado em 2018 houve uma queda de 10 pontos percentuais.

As restrições locais impactaram no aumento de 9% as refeições realizadas em casa. Em 2018, 53% dos consumidores tinham este hábito. Já os pedidos por delivery cresceram 21%. Além disso, 79% disseram que tiveram que cozinhar e comer mais em casa por causa das restrições locais.

Dos consumidores participantes do estudo 78% classificaram-se como novos amantes da comida e 63% como geração comida. Os novos apreciadores da culinária desejam experimentar novidades: 38% estão comprando alimentos online, 56% testam novas receitas toda semana e 29% estão bebendo mais e diferentes bebidas alcoólicas.

Eles anseiam por novas informações sobre alimentos e preparação deles e o canal mais consumido para isso são os sites de culinária: 56%. Família aparece como segunda referência sobre o assunto, com metade da preferência dos entrevistados. Na comparação com o estudo de três anos atrás cresceu a preocupação com fundamentos básicos como: acesso a boa comida 64%, contra 59%, redução do desperdício 87%, elevação de 6%, e insegurança alimentar 63%, em 2018 foram 54%.

“As marcas de alimentos e bebidas devem estar atentas ao comportamento desta geração, especialmente dos novos amantes gastronômicos, pois são eles que irão e farão parte da recuperação da indústria de alimentos”, revela Alessandro Martineli, diretor geral da FleishmanHillard Brasil.

Vivem para comer ou comem para viver?
Não surpreendentemente, os consumidores escolheram a primeira opção, afinal para eles a comida é uma experiência e deve ter uma história.

No momento pós-pandemia eles almejam manter o que aprenderam e amaram sobre comida durante a COVID-19, e desejam fazer isso tanto em casa como longe dela. Os planos para quando as restrições sociais terminarem são: 73% pretendem comer alimentos que não conseguiram durante o período de isolamento social, 76% planejam fazer compras presencialmente e 78% querem se reunir com amigos e família.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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