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Marketplace da indústria: entenda como funciona a nova tendência que está revolucionando o comércio virtual

Novidade na indústria, o marketplace tem revolucionado o setor de compras e vendas on-line, seja pela desburocratização e baixo custo da operação ou pela facilidade na promoção e um contato direto com o consumidor. Segundo Franklin Bravos, CEO da Signa – startup que já profissionalizou mais de 500 e-commerces de forma personalizada – este modelo tem atraído empresas de diferentes setores, sendo a melhor alternativa para a busca por parcerias e sistemas de gerenciamento visando a ampliação e alcance do negócio.

Pensando nisso, o especialista elencou cinco dicas de como as indústrias podem migrar para esse mercado, além de apontar as principais vantagens de aderir a essa modalidade de vendas virtuais, em um momento de alta do comércio eletrônico. Segundo a  Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor cresceu 68% em 2020, e deve continuar crescendo até o fim deste ano

Confira abaixo:

1. Maior alcance nas vendas

“O  marketplace da indústria é hoje um dos meios mais inovadores para vendas, já que nesse modelo de negócio, o lojista torna-se um canal de distribuição local, fortalecendo a penetração de mercado da indústria, com entregas mais rápidas e baratas. Dessa forma, o poder de venda é potencializado”, explica. Segundo a Ebit/Nielsen, o marketplace apresentou 148,6 milhões de pedidos, um crescimento de 38% com relação a 2019. O ticket médio dos marketplaces também se mantém alto, em R$ 493 (aumento de 10% em relação a 2019). Dados que comprovam o alto índice de chances de encontrar o cliente ideal para o produto comercializado. “Esse sistema disponibiliza produtos de forma inteligente, atendendo às necessidades de compra do segmento”, completa Bravos.

2.Baixo investimento

“Uma outra solução desse tipo de negócio é a acessibilidade dos preços. O lojista não precisará se preocupar com taxas e mensalidades, para ter sua própria plataforma de venda digital, uma vez que esse custo fica por conta da indústria. Outra vantagem é que é possível aproveitar a estrutura da loja virtual que servirá como uma vitrine dos produtos, proporcionando economia com a tecnologia e praticidade para os lojistas”, afirma.

3.Diversidade de produtos

Em um negócio do setor industrial, a estratégia de venda e captação de novos clientes pode ser ainda mais complexa, já que essa área tem uma segmentação de concorrentes acirrada onde os clientes são altamente disputados. “Com o marketplace é possível se destacar em meio aos concorrentes, já que com uma plataforma digital de vendas, a indústria consegue ter um posicionamento online para divulgação de seus produtos diretamente ao consumidor final. O cliente interessado no produto divulgado tem facilidade nos processos de pagamento. O lojista pode oferecer preços mais acessíveis de frete e entregas mais rápidas, pela proximidade com o consumidor, aumentando as chances de vendas e fidelização do cliente, além da possibilidade de atrair potenciais clientes e diferentes públicos na plataforma, impulsionando o faturamento do negócio”, acrescenta.

4. Alto lucro

“Existem inúmeras oportunidades de lucro no marketplace da indústria, de um lado o lojista consegue vender produtos que estavam em seu estoque sem investir em marketing, quem fará isso será a indústria. De outro lado, a indústria também aumenta seus lucros, pois irá proporcionar o ambiente adequado para que seus produtos sejam vendidos, em um ambiente sem produtos concorrentes, além de não pagar taxas para marketplace de terceiros”, expõe Bravos. “A indústria também pode transferir a logística para o lojista revendedor, já que ele é quem está com o produto em estoque e está fisicamente mais próximo do consumidor”, termina.

5. Mensuração de resultados

“Com um modelo altamente flexível de divulgação para venda, a indústria pode definir os parâmetros de busca pelo cliente seja pelo menor preço, ou loja mais bem avaliada pelos consumidores ou até mesmo pela quantidade de estoques e histórico de vendas, as possibilidades são inúmeras e o lojista deve estar atentos a esses indicadores para entender quais buscas mais se encaixam com a necessidade do consumidor”, conclui o especialista.

Mirian Gasparin
Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 44 anos na área de jornalismo, sendo 42 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 11 anos de blog, mais de 20 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 18 prêmios, com destaque para Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.
https://www.miriangasparin.com.br

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