10 princípios de sucesso para o profissional e empreendedor do futuro

10 princípios de sucesso para o profissional e empreendedor do futuro
É preciso ter atitudes extraordinárias, que podem ser desde uma mudança de óptica em relação ao mundo que nos rodeia sem ter medo de desafiar conceitos preestabelecidos, até como lidamos com erros e pseudos fracassos, para o sucesso na carreira profissional. É o que releva o livro Atitudes Extraordinárias, escrito por Renato Grinberg, recém-lançado pela editora Gente, considerado um dos maiores experts em alta performance profissional e empresarial do Brasil, depois de passar por grandes empresas como Sony, Warner Bros., Santander e Time Warner. O livro estreou como o mais vendido do país na categoria Negócios do ranking Publishnews.

Hoje, mais do que nunca, é preciso pensar em como estamos conduzindo a nossa carreira. A pandemia, causada pelo novo coronavírus, pegou o mundo despreparado e deixou milhares de pessoas sem qualquer tipo de renda. Segundo o IBGE, 8,13 milhões foi o total de vagas de trabalho fechadas no Brasil nos primeiros nove meses de pandemia. Para quem conseguiu manter o trabalho, ou até mesmo aqueles que procuram se reposicionar no mercado, é necessário se reinventar, olhar para o mundo corporativo com outros olhos e questionar todas as ortodoxias.

Mas afinal, o que são as Atitudes Extraordinárias? Segundo o autor, são conjuntos de ações que nos levam à adaptação, à evolução e ao melhor entendimento do mercado de trabalho, para, assim, poder ter o objetivo traçado alcançado.

“Nos últimos dez anos, por meio do meu trabalho como consultor, pude observar de perto como funcionam centenas de empresas e como milhares de profissionais e empreendedores se comportam. Independentemente da cultura ou região, o modus operandi era o mesmo. O mundo que surgiu a partir da pandemia do Covid-19 acelerou muitas quebras de paradigmas que já estavam sendo anunciadas, mas que ainda encontravam resistência. Muitas vezes essas atitudes extraordinárias significam apenas mudar nossa óptica em relação a tudo que nos rodeia, sem ter medo de desafiar conceitos preestabelecidos. Só assim conseguimos enxergar o que estava bem à nossa frente, mas que não víamos por que estávamos “vendados” por paradigmas e crenças enraizadas não somente em nós, mas também em todos ao nosso redor”, afirma Renato Grinberg.

A obra é, sem dúvida, uma grande oportunidade para entender o cenário dos negócios atual e ter uma reflexão sobre a maneira com que nos portamos diante dele, e dos desafios que são impostos todos os dias, já que não podemos sair iguais frente às situações vivenciadas, sejam elas positivas ou negativas.

Ao longo dos sete capítulos do livro, o autor nos convida a refletir sobre temas como o porquê a proatividade pode não ser uma aliada, como pregam alguns “gurus”, a importância da escuta ativa e do delegar, e que um trabalho inteligente é diferente do trabalho duro, já que ficar 8 horas atrás de uma mesa, por exemplo, pode nem sempre ser a melhor opção. Quem nunca ouviu falar que é necessário ter um plano B em tudo? Para Renato, o plano B simplesmente não deve existir. Mas e caso o plano A não dê certo? “Aí criamos um novo plano A” comenta Grinberg. A lógica de não ter um plano B reside em maximizar a concentração e esforços para aquele objetivo que você almeja alcançar, evitando qualquer elemento que possa lhe atrapalhar nessa busca. Essa hipótese tem sido comprovada através de diversos estudos conduzidos por neurocientistas como a professora da universidade de Wharton – Katherine Milkman.

Nesse processo de atingir o objetivo, já nos deparamos com o achismo de que devemos ser multitarefas, mas às vezes, a ideia de multifoco é confundida com multitarefa, porém são conceitos muito diferentes. Por exemplo, enquanto alguém checa mensagens no celular, está dividindo o foco, já uma pessoa com multifoco, se dedica 100% às atividades diferentes quando as realiza. Por isso, é preciso ser multifocal.

Outra atitude extraordinária é agir antes da ajuda chegar, ou seja, não esperar o resgate ou o apoio de terceiros. Por outro lado, temos que redefinir o conceito de proatividade, melhor prezar pela qualidade do que se faz, e não quantidade.

Para ter sucesso em nossas carreiras precisamos ter errado para assim conseguirmos acertar. Por isso, é preciso celebrar os erros. A experiência é o nome que damos aos nossos erros. Os erros que cometemos são fundamentais para nossas trajetórias. Na obra, o autor também convida o leitor a pensar no “E” em vez de “OU”. O teste de uma inteligência de primeira ordem é a capacidade de manter duas ideias opostas na mente ao mesmo tempo e ainda manter a capacidade de funcionar.

Renato afirma ainda a necessidade de enxergar no escuro. Como dizia Temple Grandin “A única coisa pior do que ser cego é poder enxergar, mas não ter visão”.” Essa frase tem a ver com buscar oportunidades que nunca aparecem porque simplesmente elas não vêm vestidas de oportunidades.”, comenta Grinberg. Por fim, para os líderes, delegar e tornar-se desnecessário, não significa dispensável. Para Renato, o maior impacto da liderança será medido na ausência do líder. Trazendo esse contexto para o mundo empresarial, é comum que as pessoas queiram se tornar necessárias por diversas razões: para manter seus empregos, porque não acreditam que os outros consigam fazer um trabalho tão bem quanto eles, por serem controladores e até para se sentirem úteis.

Esses são apenas alguns exemplos de provocações feitas pelo autor ao longo da obra que prometem desconstruir as crenças e os preconceitos que as pessoas têm sobre carreira e mercado de trabalho.

Considerado o pai da administração moderna, o austríaco Peter Drucker (1909-2005), sempre dizia que a excelência reside em encontrar soluções não triviais para questões não óbvias. Renato Grinberg faz exatamente isso neste livro. Ele guia o leitor por uma jornada introspectiva, em nosso âmago, não trivial, por meio de uma série de questionamentos que são tudo, menos óbvios.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *