Vale a pena terceirizar uma equipe de TI?

Vale a pena terceirizar uma equipe de TI?
A terceirização, apesar de ser um tema delicado, é muito necessária dentro do setor de TI, visto que é uma área essencial para o funcionamento e estabilidade de uma corporação. Para ter um time interno é preciso investir alto em treinamentos para mantê-lo sempre atualizado com tantas linguagens e ferramentas que surgem a cada dia. Uma solução de Body Shop, por exemplo, que é uma modalidade de terceirização voltada para alocação de profissionais especialistas em diferentes tecnologias, visa resolver problemas específicos e pode ser ideal para acelerar um projeto com diversos níveis de complexidade.

“O melhor cenário é trabalhar com times mistos, profissionais internos e em Body Shop, isso porque é possível que haja um compartilhamento de conhecimentos e experiências. Os times internos detêm grande conhecimento do negócio e dos processos da empresa, já os profissionais ou squad de Body Shop têm vivência em diferentes ferramentas, linguagens e costumam trazer a visão de outros negócios nos quais já atuaram, ajudando a pensar fora da caixa”, explica Daves Souza, CEO da SysMap Solutions, empresa brasileira que desenvolve soluções de software e oferece serviços especializados de TI. “Esse mix de pessoal ajuda a manter a área de TI da companhia sempre atualizada e preparada para encarar novos desafios do mercado”, diz o CEO.

Não é novidade que, para sobreviver no mercado, cada vez mais competitivo, a tecnologia tem um papel vital dentro das organizações. Hoje, a transformação digital deixou de ser um diferencial, e se tornou essencial para garantir a sustentabilidade de inúmeros negócios e isso ficou ainda mais evidente com a crise gerada pela pandemia.

Diante da insegurança causada por esse cenário, as empresas tiveram que se adaptar e adotar estratégias inteligentes para reduzir custos e enfrentar os impactos financeiros. Por outro lado, a pandemia foi uma aceleradora em diversos sentidos, e muitas corporações não estão dando conta de suprir a demanda de trabalho, especialmente aquelas especializadas em soluções tecnológicas.

“É nesse cenário que muitas empresas começam a pensar que, apesar de estarem em um momento de crise, elas precisam de profissionais e de um setor de TI, seja para reduzir custos, seja para aumentar a capacidade intelectual do time. É aí que entra a solução de Body Shop de TI, uma ótima alternativa de terceirização para fortalecer a operação e alavancar um negócio”, finaliza Daves.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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