Com Selic a 9,25%, crédito privado é opção vantajosa em renda fixa

Reunidos pela última vez em 2021, o Comitê de Política Monetário (COPOM) do Banco Central (BC) confirmou o sétimo aumento consecutivo da Selic nesta quarta-feira (8). Conforme já esperado, a taxa básica de juros agora passa de 7,75% para 9,25%.
A tendência de alta de juros iniciou em março deste ano quando o país passava pelo auge da segunda onda da pandemia da Covid-19. Desde então, a inflação, um dos principais motivos da elevação, disparou e já ultrapassou 10% no acumulado em 12 meses. Além disso, a possibilidade de uma nova onda da Covid-19 durante o inverno e o aparecimento da variante Ômicron adicionam incerteza quanto ao ritmo de recuperação nas economias centrais.
Embora seja a sétima elevação seguida, a expectativa, segundo especialistas, é de que a Selic tenha novos aumentos em 2022.
Investimentos com nova elevação da Selic
Mesmo que o novo aumento da Selic torne mais atrativos os investimentos em renda fixa como CDI, Poupança, Fundo de DI e Tesouro Direto, o Crédito Privado do ramo imobiliário, por meio do P2P Lending, segue como a opção mais vantajosa para os investidores de renda fixa.
Para mostrar o benefício do Crédito Privado frente às demais opções de investimentos em renda fixa, o economista da CapRate, Roberto Zanchi, separou dois cenários de investimentos: o primeiro a partir de R$ 1 mil e o outro a partir de R$ 15 mil. Ambos foram calculados com prazo de resgate de 18 meses.
Investindo R$1.000
No primeiro cenário simulado pela economista, em que leva-se em conta investimento de R$ 1 mil, é possível de se obter os seguintes rendimentos:
Crédito Privado (P2P Lending Imobiliário – CapRate): R$ 233,24;
Poupança: R$ 106,35;
CDB 90% do CDI: R$ 103,62;
CDB 110% do CDI: R$ 133,00;
Fundo de DI: R$ 108,93;
Tesouro Selic: R$ 112,14;
Investindo R$ 15 mil
Já no segundo cenário simulado pelo economista, em que leva-se em conta investimento de R$ 15 mil e prazo de 24 meses para o retorno, é possível de se obter os seguintes rendimentos:
Crédito Privado (P2P Lending Imobiliário – CapRate): R$ 3.740,36;
Poupança: R$ 1.595,27;
CDB 90% do CDI: R$ 1.935,51;
CDB 110% do CDI: R$ 2.376,15;
Fundo de DI: R$ 1.961,61;
Tesouro Selic: R$ 2.060,33
Para Paulo Deitos, cofundador da CapRate – plataforma peer-to-peer lending (P2P) do ramo imobiliário (Crédito Privado) e a primeira do segmento a atuar como Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) autorizada e regulamentada pelo Banco Central (BC) no país -, os números dos rendimentos proporcionado pelo crédito privado por meio do peer-to-peer lending imobiliário não deixam dúvidas que a modalidade é a opção mais vantajosa para os que buscam opções de renda fixa.
“Mesmo diante de uma nova alta da Selic, que torna os investimentos em renda fixa tradicionais mais atraentes, quando avaliamos os números dentro de um mesmo prazo, o P2P Lending imobiliário continua se destacando e se reafirmando como a melhor opção para os investidores”, finaliza Deitos.








