Gerir privacidade de dados exige agilidade e gera diferencial competitivo

Gerir privacidade de dados exige agilidade e gera diferencial competitivo

As práticas corporativas de privacidade de dados estão exigindo mais agilidade, transparência e automatização dos processos. Além disso, se há alguns anos a área de privacidade era encontrada apenas em grandes empresas, hoje gerir a privacidade de dados dos clientes evoluiu de uma visão estreita de conformidade dos processos para uma abordagem que reforça diferenciais competitivos. Essas são algumas das conclusões da publicação “Estabelecer, automatizar e dimensionar processos de privacidade em toda a empresa”, conduzida por KPMG e OneTrust.

“A gestão da segurança e privacidade de dados de forma responsável fortalece a fidelidade do cliente e representa uma importante estratégia de negócios. No entanto, diante das novas regulamentações governamentais, muitos líderes consideram suas organizações despreparadas para seguir as obrigações legais exigidas. Implementar um programa de privacidade robusto e responsivo contribui para melhorar a experiência do consumidor, otimizar as operações, apoiar o cumprimento regulatório, melhorar a reputação da marca e a confiança do investidor”, afirma Klaus Kiessling, sócio de Cibersegurança e Privacidade da KPMG no Brasil.

Transparência e agilidade

O conteúdo destacou ainda que, como as práticas de governança requerem transparência e agilidade, nesse cenário complexo as empresas precisam responder aos desafios de privacidade de dados. O primeiro deles é estabelecer políticas ou mudar as já existentes para atuar em conformidade com as novas regulamentações. O segundo está relacionado à capacidade de gerir o volume exponencial de informações e demandas dos consumidores. Combinados, os desafios estão levando as empresas a automatizarem os processos de privacidade. Segundo a publicação, essas necessidades devem promover a automatização dos processos de privacidade de dados. Ferramentas tecnológicas e consultorias podem contribuir na governança, desenvolver novas práticas e gerir transformações em cada organização.

Segundo o conteúdo, as novas as regulamentações de proteção de dados aumentam os direitos individuais de privacidade, permitindo que os consumidores se apropriem de seus dados, e fazendo com que as garantam que as exigências legais sejam atendidas e os direitos dos clientes respeitados. Algumas das normas que regulamentam o uso de dados são: Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), no Brasil; Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR), na Europa; e Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (CCPA), nos Estados Unidos.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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