5 funções de maquininhas de cartão que você talvez não conheça

5 funções de maquininhas de cartão que você talvez não conheça

As maquininhas de cartão se tornaram um componente comum no balcão dos negócios brasileiros. Em levantamento realizado neste ano, a Associação Brasileira de Empresas de Cartões e Crédito e Serviços (Abecs) estima que haja 11 milhões de máquinas de cartão em funcionamento no Brasil.

No geral, essas maquininhas são fáceis de usar e ajudam os empreendedores a aumentar suas receitas com pagamentos em cartão. No entanto, os dispositivos têm algumas funcionalidades que nem todo mundo conhece, mas que podem ser bastante úteis.

Pensando em facilitar a vida de todos os donos de maquininhas espalhados pelo Brasil, a SumUp, empresa global de soluções financeiras, listou 5 funções desses aparelhos que você talvez não conheça. Confira:

1. Elas aceitam Pix

Lançado em 2020, o Pix se tornou uma solução usada por milhões de brasileiros. O que nem todo mundo sabe é que há maquininhas de cartão que aceitam essa forma de pagamento. “Entre os produtos da SumUp, os modelos On e Total permitem que as compras sejam pagas com o Pix. Para isso, o dono do aparelho precisa ser usuário do SumUp Bank, a conta digital da fintech.

Em vez de digitar a chave Pix do empreendedor — e correr riscos de enviar o pagamento para outra conta — o cliente faz a transação por meio de QR codes gerados pelos dispositivos. Outra vantagem para o consumidor é não precisar esperar o empreendedor checar se o dinheiro caiu na conta: as empresas do setor garantem a transação.

2. Algumas máquinas não desligam

Há alguns modelos no mercado que não desligam como padrão: elas ficam em “modo de suspensão”. Ou seja, elas desligam o visor, mas voltam a funcionar instantaneamente quando precisam fazer alguma transação. A SumUp Top é um exemplo de maquininha que entra em “modo de suspensão”. Esse modelo funciona pareado com um smartphone — é por meio do celular que o empreendedor começa a transação e digita o valor da venda. No momento em que o comerciante pegar o celular e iniciar o processo de pagamento, a maquininha é reativada. Se o dispositivo estivesse desligado, o dono do dispositivo teria que esperar alguns minutos para ele voltar à ativa. A SumUp reforça que, para que aumentar a vida útil do modelo, é sempre importante deixar a maquininha com as pilhas.

3. Acessibilidade para deficientes visuais

A SumUp Top, o modelo mais compacto da fintech, também tem um recurso que facilita a vida dos empreendedores que têm diferentes graus de deficiência visual: é a possibilidade de habilitar um som na maquininha toda vez que ela é ligada. Para ativá-lo, basta falar com o suporte da fintech. Após a habilitação, a maquininha emitirá um som semelhante à assinatura sonora da SumUp, que pode ser vista no começo deste vídeo.

A melodia ajudará os empreendedores a saber que o dispositivo está funcionando. Aliada a recursos de acessibilidade disponíveis nos celulares — afinal, a Top funciona pareada com smartphones — o empreendedor com deficiência visual poderá fazer as transações sem maiores dificuldades.

4. As baterias podem durar bastante

Muitos empreendedores que têm maquininhas de cartão trabalham na rua. Por isso, não podem recarregar os dispositivos. Mas isso não é um problema. A SumUp fez um teste em laboratório com o modelo On. O experimento apontou que a bateria do dispositivo, totalmente carregada, aguenta 45 horas e 15 minutos em stand by. Em funcionamento, a SumUp On faz 770 transações antes de perder a carga. Ou seja, a maquininha não deixa o empreendedor na mão!

5. Alguns modelos podem ser repassados sem estresse

Caso o dono de uma Top queira comprar outro dispositivo da fintech, ele pode repassar seu dispositivo sem estresse. Esse modelo funciona em conjunto com um smartphone. Por sua vez, o celular precisa estar logado à conta da SumUp para que as transações sejam feitas. Se a máquina for repassada, o novo usuário do dispositivo precisa apenas criar uma conta da SumUp, caso ainda não tenha, para aceitar pagamentos com cartão.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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