Como desburocratizar o RH e oferecer transparência entre empresa e colaboradores?

Como desburocratizar o RH e oferecer transparência entre empresa e colaboradores?

Em tempos modernos, em que a inovação tecnológica está presente no dia a dia nos novos modelos de trabalho (híbrido e o home office), surgem questionamentos em relação às etapas iniciais para desburocratizar a área de Recursos Humanos das empresas a fim de facilitar a comunicação com os colaboradores à distância e gerenciamento dos benefícios flexíveis fora do ambiente corporativo tradicional.

Nesse sentido, a desburocratização da área de Recursos Humanos diz respeito a todas as suas subáreas: Atração, Recrutamento e Seleção, Planejamento Estratégico, Treinamento e Desenvolvimento e Departamento Pessoal.

A startup Eva Benefícios tem promovido uma desburocratização que atende tanto às necessidades do RH, quanto dos colaboradores. Do ponto de vista do RH, a Eva traz facilidade de uso e administração dos benefícios corporativos, possibilitando centralizar todas as informações da gestão de benefícios em uma só plataforma.

De acordo com o CEO da Eva Benefícios, Conrado Carneiro Bicalho, “em benchmarks realizados, percebemos que a usabilidade do dashboard da Eva é mais intuitiva que as demais plataformas populares no país. Há também o ponto de que a Eva oferece a segurança jurídica de que os saldos de alimentação e refeição serão utilizados exclusivamente para estes fins, obedecendo regras sindicais, com base na CLT e no PAT“.

A Eva oferece também funcionalidades inéditas como a transferência de saldo entre as pessoas da mesma empresa, dentre outras funcionalidades no roadmap que irão oferecer ainda mais flexibilidade.

Em relação aos colaboradores, a desburocratização está no uso do cartão da Eva, afinal, a flexibilidade de usar o cartão onde e como quiser é o nosso principal diferencial. O segundo é a centralização de todos os benefícios num só cartão, então, é dispensável a lógica de ter um para transporte, outro para alimentação, e assim por diante“, comenta o executivo.

Outro ponto importante é que os benefícios flexíveis consistem na criação de pacotes de benefícios personalizados conforme o contexto da empresa e as necessidades dos colaboradores. Essa customização é um dos grandes diferenciais da Eva.

De forma resumida, o diferencial dos benefícios flexíveis está na experiência, portanto, “a flexibilidade vai além da personalização, se fazendo presente também na usabilidade (seja do cartão ou das plataformas 一 aplicativo e dashboard, no caso da Eva), funcionalidades disponíveis e afins“, finaliza Conrado.

Como criar uma relação de confiança

É um fato que os RHs são cada vez mais orientados às pessoas e aos dados, o que implica num RH mais humano e tecnológico, capaz de captar e processar os dados gerados pelas ferramentas e pessoas. Evidenciar isso para que não seja um “RH de vitrine” é um primeiro passo para gerar essa confiança. Se as pessoas se sentirem à vontade e cuidadas dentro do ambiente organizacional, para elas não será um problema compartilhar suas informações para que elas gerem insights que lhes irão beneficiar eventualmente.

Contudo, o comportamento de consumo não deve sercompartilhado na íntegra. No caso da Eva, o RH saberá quais são as categorias preferidas, e não exatamente os locais e como estão sendo utilizadas as categorias. Caso contrário, estaria-se desrespeitando a privacidade e também a LGPD.

Mas por que isso importa? Bom, se for percebido que tem ficado um elevado saldo parado na categoria de transporte, quer dizer então que este não é um benefício diferencial para os colaboradores, o que é ruim tanto para a pessoa quanto para a empresa. Do lado do colaborador, o ponto negativo está num saldo “inútil”, enquanto para empresa se trata de um investimento desperdiçado.

Benefícios devem ser úteis e atender necessidades reais. Atender isso significa ter um RH e gestão de benefícios de verdade, e não de vitrine.

Dicas para desburocratizar o RH

A primeira dica é diagnosticar quais das áreas de RH precisam desburocratizar e, a partir daí, estabelecer as prioridades.

A segunda dica é escolher parceiros que se encaixam melhor nas necessidades da sua empresa. Caso contrário, será tempo e dinheiro desperdiçados — e ainda com chance de trazer insatisfação para os colaboradores.

A terceira é escolher aqueles que estejam em conformidade legal ou que resguardem sua empresa.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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