Startup brasileira lança nova criptomoeda com cunho ecológico

Startup brasileira lança nova criptomoeda com cunho ecológico

Depois de grandes naipes do sistema monetário digital entrarem em circulação, quebrarem tabus e faturarem muito bem, circula no mercado uma microcoin potente que, além de almejar crescer rápido, promete lucro aos seus compradores logo nos primeiros 12 meses.

O conceito inovador da EnyCoin (ENY) é assinado pelo time da fintech paulista EnergyPay. Ele se sustenta porque trata-se da única criptomoeda do Brasil com uma usina de energia fotovoltaica em construção. Quem investe na compra da moeda por meio do BNB (Binance Coin) – usado como método de pagamento na Binance, Exchange mais utilizada do mundo – já faz parte da história toda, tendo um pedacinho da usina para chamar de seu. A moeda digital oferece retorno financeiro de 50% aos compradores no primeiro ano, a partir da produção da energia gerada pela usina e pela geração de lucratividade da moeda. “A ENY poderá ser recomprada pela empresa e, com isso, o investidor terá garantidamente 50% de lucro”, explica o CEO da EnergyPay, Marcos Silva. O comprador da ENY ganha também com a valorização do ativo financeiro e com os percentuais da venda de energia.

Momento é interessante

Para quem pensa em aportar, o momento é bem interessante, já que a ENY tem preço acessível, tornando o projeto palpável. “O bitcoin [a maior criptomoeda do mundo], quando começou a ser negociado lá em 2008, valia X. Hoje, vale Y. Por isso, é interessante garantir a compra da criptomoeda agora, porque depois de pronto, sustentável, ela certamente vai valorizar muito”, afirma.

O mercado de moeda digital cresceu rapidamente no País, especialmente após o impacto econômico da pandemia da Covid-19. Movidos pela segurança de seus patrimônios, muitos optaram pelo investimento que, segundo estudos financeiros, vem sendo considerado o melhor e mais rentável. Apenas em 2021, o crescimento foi de 938% em número de investidores, segundo pesquisa realizada com base em dados da B3 e da Comissão de Valores Mobiliários.

Usina fotovoltaica

A falta de chuva e, com ela, o alto preço na tarifa aceleram novos projetos para a geração de energia elétrica. A primeira usina de energia fotovoltaica do Brasil com recursos de criptomoedas é um deles. Trata-se de uma obra potente, com capacidade para gerar 1 megawatt e com conceito social financiado por moeda digital rentável. Longe de ser utopia, o projeto é real, já saiu do papel e deve ser inaugurado na cidade de Itaobim (MG) antes de outubro, sua previsão inicial.

A construção da usina em Minas Gerais é como uma espécie de “cheque caução” e sinaliza que o investimento na moeda não é perdido. Asseguram a negociação, também, os próximos projetos da EnergyPay: as usinas de energia fotovoltaica nos estados da Bahia e Rio de Janeiro; além do compromisso de compra do token após o primeiro ano de funcionamento da usina por parte de quem adquiriu a criptomoeda e desejar vendê-la. “É a única moeda no Brasil que é sustentável e que já consolidou a planta da usina”, destaca Marcos.

Acima de tudo, o investimento é realmente seguro porque o gerador de energia é o sol, fonte inesgotável de luz e calor. A estrela central do Sistema Solar é o “fiador” do empreendimento, alimentando o sonho da EnergyPay e de quem aposta na multiplicação dos resultados que as microcoins – como é o caso da ENY – podem trazer.

Um lugar ao sol

O mercado para construção de usinas fotovoltaicas está aquecido. A crise hídrica, a pior vivenciada pelo País em mais de nove décadas, vem impulsionando a procura por soluções. A energia solar, fonte limpa e sustentável, possui o menor impacto ambiental. Conforme a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil possui 4.357 usinas fotovoltaicas em operação, com uma capacidade de aproximadamente 3,84 GW e, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), os sistemas solares no Brasil já representam mais de 70% de toda a potência da usina hidrelétrica de Itaipu.

No ano passado, o País entrou para o grupo das 15 nações líderes em capacidade instalada de energia solar no mundo e as expectativas de expansão são ainda maiores para este ano. O investimento em energia solar garante uma economia de até 95%.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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